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quarta-feira, janeiro 16, 2008


Estive sem tempo para escrever. Entre consultas médicas, filhotes doentes, trabalho que me exige atenção constante, casa de pernas para o ar e marido a trabalhar à noite, os momentos de prazer têm sido um escape que valorizo cada vez mais.

Mas tenho que escolher entre TER os momentos de prazer, ou ESCREVER sobre eles. Optei por TER. Por isso, só no fim-de-semana escreverei. Agora, até porque já é tarde, vou ronronar abraçada ao meu amor.

Não planeamos nada. O que acontecer... será natural!

Miauuu...

terça-feira, janeiro 08, 2008



Esta noite, tudo gira à minha volta.

Que ninguém me contrarie, porque eu sinto isso. Sou amada. E sinto uma força cósmica incrível...

Vou agora tomar um banho de imersão de com aroma de chocolate e depois não me vou perfumar.

Quando o Felino me vir e me sentir, vai querer devorar-me. E VAI devorar-me. Toda. Só dele. Inteirinha.

Aí, sim. Serei o centro do universo.

(Estou super-excitada!!!)

terça-feira, janeiro 01, 2008

Começar o ano com SORTE

Saímos de casa dos nossos amigos já eram cerca das 4 e meia da manhã de hoje.
Alguns Kms mais à frente fomos parados por uma brigada de trânsito que, muito bem, fazia controlo de alcoolémia aos incautos condutores. Ficamos apreensivos pois tínhamos ambos bebido bastante, entre uísque, mojitos e champanhe, embora também tivessemos comido bastante.

O Felino regressa ao carro, após o controlo feito, olha-me, sorri e dispara:
- 0.0
O controlo saiu limpo.
Incrédulos, arrancamos e perguntámo-nos como tal foi possível. Ainda há alguns minutos atrás estávamos a beber champanhe, enquanto cantávamos karaoke em casa dos nossos amigos, entre muita comida, certamente, mas... como é possível o controlo dar ZERO?
Foi, sem dúvida, um bom prenúncio. Espero que o ano novo nos traga, de facto, tanta sorte como tivemos esta noite.

As badaladas da contagem decrescente foram feitas com uma incrível boa disposição, entre bons amigos, pelo que valeu muito a pena. Mesmo.
De regresso a casa, ainda mal acreditanto na sorte, o Felino estava eufórico. Como sempre faz quando vai a conduzir, acariciou-me a coxa com carinho e deixou a mão pousada até o calor desta me deixar a fervilhar por dentro.
Como ia a conduzir devagar, encostei-me a ele, beijei-o na face e sussurrei-lhe: "Amo-te muito!" Ele beijou-me a testa e voltou a concentrar-se na estrada.
- "Eu sei, meu amor. Tu também sabes que também te Amo muito, minha querida."
Pois sei!
Estacionamos o carro e esgueiramo-nos por entre o gelo da noite, entrando em casa abraçados. Após verificar que as crianças estavam a dormir bem, serenos, beijamos-nos no corredor, enquanto, a passos lentos, quase dançando, nos dirigimos aos nossos aposentos. Despimo-nos com rapidez, apenas ficando com as cuequinhas azuis que ambos (apesar de não sermos propriamente supersticiosos) vestimos, para cumprir com o espírito da noite.

-" Que tanguinha tão picanina, morzinho. é gira!"
- Hummmm, ele gostou... pensei eu!

Deitamo-nos depressa, pois o cansaço era imenso e a hora muito tardia e logo as mãos dele começaram a explorar o território do meu corpo. Eu imitei-o, acariciando-lhe a pele exposta, hesitando em lhe tocar no sexo que, apesar do frio, estava bem duro e quente, contra a minha barriga. Sentia-o pulsar e sabia-me bem tê-lo assim contra mim, com as mãos dele, em simultâneo, a percorrer-me as nádegas e a explorar a parte interior das minhas coxas.


É em momentos assim, de puro carinho, quando a paixão e o tesão despertam, que sinto como o nosso amor é forte.
O que se passou de seguida, bem... é fácil de imaginar. A certa altura, a minha tanguinha já tinha deslizado pelas minhas pernas abaixo, bem como as boxers dele que tinham desaparecido ao fundo da cama...
Fizemos amor com muita intensidade e vagar, como se o tempo nos pertencesse, de frente um para o outro, a minha perna perfeitamente encaixada na anca dele, numa simbiose perfeita, lábios colados em beijos sucessivos, com supiros e gemidos quase contidos, mas sentidos... Um orgasmo esperado veio a seu tempo, primeiro eu, apertando as coxas e deixando-me levar, depois ele, que se soltou ao ver o abandono do meu corpo no dele.

Intenso. Muito intenso.
Adormecemos carinhosamente abraçados, conscientes da SORTE que temos, por nos termos um ao outro.
TENHAM UM FELIZ ANO e façam de cada dia que se aproxima, um dia para cebebrar.

VIVAM

SEJAM FELIZES!

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Desejo a TODOS/AS um óptimo 2008


Vim só espreitar-vos para desejar um novo ano repleto de realizações.

Que todos os dias deste novo ano vos reservem muito Amor, cumplicidade, respeito, carinho, saúde, paz, DINHEIRO, trabalho, alegria, harmonia... e muito mais.


Façam muito sexo também.


Num casamento ou namoro, em qualquer relação amorosa, o SEXO, a intimidade e a partilha dos corpos ( e emoções) representa o quanto a união é forte, é uma forma inigualável de se mostrar ao outro que o amamos, que não hesitamos em lhe oferecer o que de mais íntimo possuímos.


Façam sexo com Amor, com muito Amor, pois será tão gratificante que vos fará pensar no quanto a vida vale a pena.


Não me agradeçam. Amem-se!


Se possível, amem-se como eu e o Felino!!!



PS: Prometo um 2008 cheio de relatos. De partilhas convosco. De Amor. E SEXOOOOO... Hummmmmmm!!!

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Felina na PROVA ORAL (25-12-2007)

Cliquem no seguinte link - RealPlayer:

Nota: Possivelmente será necessário possuir a última versão do RealPlayer, que não é possível no Windows 95, Mac OS9 e sistemas Linux.


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Se não conseguirem, tentem ouvir o PODCAST: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/index.php?prog=1070


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Se, mesmo assim, não conseguirem, vamos esperar que o programa seja repetido, tendo em conta que o programa foi gravado na semana passada...
O blog da PROVA ORAL é o seguinte: http://provaoral.blogspot.com/

O programa passou no ar no dia 25/12/2007 (logo no dia de Natal, ora bolas!)

ESPERO QUE GOSTEM!

(Como vêem, voltei com toda a pujança, a falar do que mais gosto!)

Beijinhos grandes!

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Querido Pai Natal,

Eu sou uma menina muito marota e confesso que me portei mal o ano todo, sempre que o Felino deixou... Por isso mereço umas palmadas!

Bolas! Também podias ser mais meiguinho, pai Natal!...
Assim deixas-me toda pisada, carago! :-)

Hoje é dia de Natal e eu não te pedi nada. Bem... apenas te pedi um acréscimo de 5 horas nos meus dias úteis, mas já me disseram que não me vais dar isso. Vou ter que ser eu a fazer render o meu tempo, não é?

E se te pedir que me tragas o Felino para casa agora, que não se admite que ele tenha ido trabalhar a uma hora destas? Também não? Mas que raio me queres dar tu? Bibelots? Hã? Se é isso, então mete-os no... saco e vai dá-los a quem precise. Eu só quero tempo e o Felino a meu lado. E que a nossa família continue feliz e unida. E trabalho. E paz. E amor. E é tudo! Nã, não é tudo. E dinheiro! Não me posso esquecer disso, é muito importante, também.

Sabes uma coisa, Pai Natal? Nem quero nada, eu cá me arranjarei. O Felino daqui a umas horas já cá está e eu, que remédio terei senão reorganizar-me de forma a que o tempo dê realmente para tudo. O resto vem naturalmente. Como vês, eu não sou pedinchona... Mas sou marota! Tu sabes que sou!

Sabes o que eu fiz ontem à noite, Pai Natal?

Sabes? Pois está claro. Tu sabes tudo...

Para além de reactivar o blog e de me sentir orgulhosa disso, esgotei o Felino, como bem sabes.

Estivemos a ver um DVD lá em baixo na sala e o ambiente aqueceu. Não, não era da lareira, seu malandreco. Foi a minha cueca que aqueceu o ambiente. Era já muito tarde e os nininhos há muito que dormiam, por isso eu o o Felino deixamo-nos levar pelo calor e... já sabes!

Ah? Queres que conte? Ok! Eu conto.

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Depois de saber que os ninos já estavam a dormir enrolamo-nos no sofá para assistir a um filme. Eu estava encostada ao peito dele, que mergulhou as mãos debaixo da minha blusa, descobrindo-me as mamocas livres, sem soutien.

Foi-me acariciando os mamilos, fazendo-me arrepiar e apertar as coxas, adivinhando a excitação que se seguiria. Cruzei os meus braços à volta do pescoço dele, puxando-o para um beijo sôfrego que durou alguns minutos, lânguido, molhado, cheio de desejo, sem pressa...

Virei-me para ele, fazendo com que as suas mãos largassem as minhas mamocas incrivelmente excitadas e comecei a desapertar-lhe a camisa, botão a botão, enquanto o olhava nos olhos e o beijava alternadamente, entre cada botão desapertado. O peito dele revelou-se-me nu, perfumado, despertando ainda mais em mim aquela química incrível que me deixa rendida a ele. Hummm... é tão bom sentir o cheiro daquela pele!


(Ainda estás aí, Pai Natal?) :-)


As mãos dele fizeram o mesmo comigo, deixando-me o tronco nu. Ficamos ambos apenas vestidos com calças de ganga, que mantivemos vestidas enquanto dançamos uns segundos de pé, em silêncio, com a lareira a crepitar ali tão perto. O beijo que demos nesse momento, enquanto ele me rodeava o rosto e me fixava o olhar, foi revelador de como o nosso amor permanece inabalável depois de todos estes anos.

Dei-lhe a mão com um sorriso e conduzi-o pelas escadas, até ao nosso quarto. Encostei a porta do quarto das crianças e encaminhei-nos para a nossa cama. Como o nosso ninho estava ligeiramente mais fresco, arrepiei-me e ele riu-se, passando os dedos sobre os meus mamilos arrebitados. Beijou-os delicadamente e passou-lhes a língua quente, fazendo-me deitar para melhor me proporcionar aquele mimo. É tão bom sentir carícias nas mamocas e nos mamilos... Sobretudo com a boca! Hummmm...

Despimos as calças um ao outro e ele descalçou-se, ficando eu, no entanto, com as botas de cano alto e salto agulha, calçadas. Eu sei como ele gosta de me ver nua só com as botas calçadas. E eu sinto-me com poder indescritível. A sério.

Deitou-se na cama e eu gatinhei para cima dele, beijando-lhe o corpo à minha passagem. Vendo como se arrepiava com a minha língua, deitei-me sobre ele, encaixando o pénis dele na minha púbis que o acarinhou, sem permitir qualquer tipo de penetração. Continuei a beijá-lo, enquanto ele me acariciava a pele exposta e com cuidado para não haver nenhum acidente nem o magoar, levantei os pés expondo as botas que considero tão sexys... Ele agarrou-me nas nádegas, fez-me rodopiar sobre mim mesma, e afundou a cara na minha ratinha que, a esta altura, já estava toda encharcada e mais do que pronta para ele.

Afundou a boca no meu mel durante um longo minete, durante o qual me fez vir loucamente, enquanto dois dedos sábios me preenchiam a ratinha e estimulavam o sedento ponto G, fazendo-me rastejar pela cama, qual gata desesperada. Foi tão bom, sentir-lhe a língua endurecida a estimular cada recanto da minha intimidade, sem pressas, para me beber o prazer, no final... Hummm!!!

Seguidamente, ainda mal eu estava refeita daquele orgasmo brutal, veio para cima de mim, deslizando certeiramente o pénis duro para a minha ratinha, que o esperava ansiosa, fazendo-me estremecer e soltar um grito mais sonoro do que deveria. Ainda estava muito sensível... Oups... Os vizinhos que nos perdoem! (Vês como me porto mal, Pai Natal ? :-)

Não tardou muito para que, com as estocadas firmes que as ancas dele aplicavam em mim, eu ficasse novamente próxima do orgasmo. Mas, nessa altura, o meu pensamento vagueava pelas emoções do nosso amor. Olhando-o fixamente nos olhos brilhantes, na boca dele tão doce, sentindo-lhe o cheiro intenso, confesso que estava a senti-lo como se fosse a primeira vez que nos amavamos.

Deixei o prazer fluir durante longos minutos, saboreando cada movimento, cada odor, cada beijo, cada som emanado das nossas bocas e, quando ele me anunciou que se viria para mim nesse instante, libertei a tensão acumulada, num orgasmo cúmplice como há algum tempo não tínhamos...

Foi tão forte que nem forças tivemos para nos cobrir de seguida, acordando algum tempo depois, descalçando eu as botas apressadamente, antes de me enrolar nele debaixo do edredão, para dormirmos quentinhos...

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Como vês, Pai Natal, deixa as coisas direitinhas como estão, porque eu continuo a ser marota e as meninas marotas não têm direito a prendinhas, pois não?


O melhor presente que eu posso desejar é continuar a partilhar este amor com o meu Felino e, juntos, continuarmos a difícil tarefa que é criar os filhos e ter uma família estável e FELIZ. Estamos no bom caminho!!!!

TENHAM TODOS UM NATAL MUITO FELIZ!




E que felizes sejam todos os dias do ano!!!


sábado, dezembro 22, 2007

OS PORCOS NÃO TRIUNFARAM!!!

Ao longo destes meses em que efectuei todas as alterações que viram neste blog, recebi milhares de emails: de amigos, conhecidos, desconhecidos, e todos eles eu li, com toda a atenção, bebendo o carinho e apoio da sua grande maioria. Estava decidida a efectivar todas as mudanças a que me propus em Setembro e contava com o apoio de quem me lê. De milhares de anónimos que me acarinham e mo fazem ler/ver, todos os dias. E acreditava que tinha razões para o fazer...
Hoje, quando, finalmente, ia ultimar o meu NOVO BLOG, recebi um email muito especial. Não conheço o remetente, mas, mal terminei a sua leitura, fiquei com um nó no peito tão grande, que quase me senti explodir.
O Felino cruzou-se comigo nas escadas e perguntou-me o que tinha, pois viu a minha cara afectada e decidida.
- Foi um email que recebi agora, Amor. Algo tão forte que me vai fazer tomar outra atitude em relação ao blog. Sinto que é hoje...
- Posso ir ler? - perguntou-me ele, intrigado. Ao que eu respondi que sim...
Quando veio ter comigo, disse-me com o olhar brilhante:
- Os porcos não triunfaram. TU VAIS POSTAR AQUELE EMAIL, não vais?
Apenas sorri e vim a correr para o computador, decidida. É HOJE!
Leiam o email que eu recebi e verifiquem porque razão a FELINA está de volta, exactamente como é. Em toda a sua essência. Sem necessidade de dar satisfações a quem quer que seja.
EU SOU LIVRE!
OS PORCOS NÃO TRIUNFARAM!

"Tudo quanto é verdadeiramente livre é frágil e incompreendido.

A liberdade de imaginar, partilhar, sentir, sem peias nem amarras é frágil, e quebra perante a liberdade dos que se sentem livres de ser alarves, ignorantes, aqueles que acham que a sua liberdade é mais absoluta e mais livre que a dos demais.

No teu blog, o que me tocava era muito menos a linguagem ou as fantasias, e muito mais a exposição, a abertura, a partilha, a liberdade de viver sem tabus, e o assumir do risco, em especialdo risco de ser mal interpretada. Era também o desprezo pelas mentes pequenas que resultava dos escritos, a impudência de se sentir livre, emancipada, independente.

A restrição, infelizmente, representa a perda de toda essa liberdade. E por muito vibrante e livre que se mantenha a escrita, a necessidade de restringir o acesso, é uma perda.

Como em Orwell, os porcos triunfaram.

Em todo o caso, se tivesses tempo, gostava de perceber as razões que levaram, em concreto a que fosse restringido o acesso.

Beijos livres,

J.
Obrigada J. pela sacudidela. Só tu me fizeste acordar. Obrigada! :-)
O melhor presente de Natal que podia ter é este!
A tomada de consciência do quão livre sou e o direito que tenho a essa liberdade!
Não preciso de mudar nada.
ASSUMO-ME!!!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

estavaerrada.blogspot.com

Como eu estava errada, quando me refugiei NESTE BLOG (clicar para aceder), enquanto tentava contornar quem me afectava.
Já não me sinto afectada.
Mais uma vez: OBRIGADA F!
E obrigada a todos/as quantos/as me escreveram ao longo destes meses.
Foi tão importante para mim, sentir-vos aí!
É tão bom sentir-vos aí!!!
Tenho as ideias arrumadas e agora só desejo profundamente que o "Velhote das barbas brancas" me traga mais tempo para 2008. Mais 5 horas por dia, não era pedir muito, pois não? :-)
- Felinooooo... Hoje sinto-me renovada. E já tenho as garras de fora. Vem cá que hoje vou-te AMAR mais que ontem. Miauuu...
(Já vos disse o quanto AMO o meu marido lindo?)

sexta-feira, agosto 24, 2007


Estou morta... de trabalho! Ando exausta mas, em Setembro, irei descansar uns dias para retemperar energias... Preciso de me insuflar de amor, de vida, de ar, de mar...

Não tenho conseguido postar, mas confesso que tenho um "bichinho carpinteiro" a moer-me a cabeça, com inúmeros posts a fervilhar. Vou tentar escrever no fim-de-semana a aventura que vivi no comboio. Imaginem-me sentada, num comboio cheio, a transbordar, com um casal sentado a meu lado, ela no colo dele e as mãos dele dentro da camisola dela a trabalhá-la :-)

Foram cerca de 40 minutos desesperantes que me deixaram toda molhadinha (e o assunto nem era comigo!) pois quase nem me conseguia mexer e tinha-os a arfar de excitação ao meu lado.
Imaginam?

UPDATE 28-09-2007

Pelo que vi nos comentários até agora, claro que imaginam…
Há já algum tempo que não andava de comboio, mas optei por esta ecológica solução devido ao cansaço dos muitos quilómetros que já percorrera nesse fim-de-semana. Considerei todas as hipóteses e decidi-me.
Entrei na carruagem praticamente vazia e sentei-me confortável, à espera de poder dormitar um pouco. Pouca gente entrou nessa estação.
Peguei na revista Sábado que trouxera de casa para ler com tempo e fiquei absorta e atenta às realidades que não as minhas. Quando me apercebi, olhando à minha volta, a carruagem enchera de repente, estando cheia de gente cheia de sacos, crianças cheias de doces, mulheres e homens todos transpirados e apinhados. O lugar vazio a meu lado rapidamente foi ocupado por um belo jovem, de cerca de 35 anos, que pediu licença, se sentou e fez um gesto com a mão, como se chamasse alguém. Ela chegou, vindo ao encontro dele e beijando-o longamente. Uma mulher não tão bela como ele, mas com um cabelo farto aos caracóis, nos quais ele afundava os dedos, enquanto insistia para que ela se sentasse no seu colo.
A insistência dele deu os seus frutos, pois ela acedeu a sentar-se-lhe no colo, no entanto surpreendeu-me porque, para quem estava a hesitar tanto, ela encaixou-se perfeitamente em cima da braguilha dele e acondicionou-se para melhor o sentir. Pelo menos foi essa a impressão com que fiquei ao vê-la a remexer as ancas, esfregando-se contra ele, ao mesmo tempo que ele acomodava as mãos debaixo da camisola dela, descaradamente, envolvendo-lhe os seios com ambas as mãos.
Como é natural, eu não os olhava directamente, mas o reflexo da imagem deles no vidro devolvia-me a imagem à qual eu tentava esquivar-me. Estava sozinha, o Felino esperava-me, é certo, mas foi uma tortura ter aquele casal sôfrego e excitado a atormentar-me de tesão, mesmo ao meu lado. O principal problema daquela situação é que, quando eu chegasse à estação aonde o meu maridão me esperaria, iria encontrá-lo exausto, depois de um dia intenso de trabalho. E a excitação que estava a sentir, fazia-me remexer na cadeira cada vez mais, sem me poder tocar, sem poder olhar, sem me poder expressar. Mas suspirei. De tal forma que o casal começou a rir baixinho, no entanto, descaradamente, pois até me fiquei a sentir mal.
Entretanto, ao levantar os olhos para os passageiros de pé no corredor, deparo-me com uns olhos verdes que me fixavam intensamente. Não fixei neles a minha atenção e tentei continuar a olhar para a bela paisagem minhota. Contudo era natural que, para me tentar abstrair do casal tesudo e atrevido ao meu lado, tivesse que dirigir o olhar para outros lugares e pessoas, o que, inevitavelmente, me levava a cruzar o olhar com os olhos verdes do loiro bronzeado, que insistia em me fixar. Penso que ele sentia o meu constrangimento, pelo olhar dele, desafiador, como se me dissesse que, secretamente, ele poderia excitar-me também só de me olhar.
Sentia-me encharcada de excitação, louca para que a viagem terminasse e chegasse a Campanhã finalmente, para me atirar para os braços do meu cansado Felino.
Quando finalmente o comboio parou na estação, o casal “descolou-se” e ele olhou-me directamente, sorrindo-me. SAFADO! Ao pegar na mala, roçou o braço dele na minha perna, sem eu me aperceber se era intencional, mas fiquei incomodada com isso. Que abuso!
O loiro de olhos verdes ainda ficou na carruagem e também me sorriu quando passei ao seu lado, mas eu voei para os braços do meu Amor que me levou para casa e, depois de trincarmos umas sandes (que o cansaço não dava para mais – nem nós quisemos) , fomo-nos deitar.
Juro que estávamos quase a dormir de tão cansados que estávamos, quando senti “algo” a crescer encostado às minhas nádegas …

quinta-feira, agosto 16, 2007

Pompoarismo

Há dias atrás recebi um mail de um casal e-amigo, que mencionava o pompoarismo e a utilização de bolas tailandesas. Imediatamente me questionei: “Saberei fazer isto?? Saberei sequer o que isto é?”
É que isto de escrever para um blog de cariz erótico, não me faz sábia… Não sou perita em sexualidade; sou apenas tesuda. E pronto!
Eu e o Leão conversamos sobre o assunto e ficamos com a ideia de sabermos o que é, e que sim, eu faço-o com regularidade!
Propus-me a saber ao certo o que é o pompoarismo. Toca de fazer uma busca na net, na versão ecológica do google, o blackle (Sim! Porque debaixo desta Leoa tesuda há uma mulher com consciência ambiental!) para encontrar na wikipédia a seguinte definição:

Pompoarismo é uma técnica oriental antiga, utilizada por mulheres, que consiste em contrair e relaxar a musculatura do períneo, a fim de explorar com maior intensidade a satisfação sexual, tanto sua como de seu parceiro.
Os exercícios básicos consistem na contracção vaginal e na sucção vaginal. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos
ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contracção na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens).
As bolas ben-wa, são facilmente encontradas em sex-shop’s, tanto reais como virtuais. O prazer ao utilizar estas bolas, sente-se no momento da sua expulsão, apenas utilizando os músculos vaginais. A sua utilização é útil pois, assim se toma consciência da existência destes músculos e se os domina. A partir deste momento a mulher pode contrair e relaxar esses músculos durante o acto sexual, o que traz prazer acrescido tanto ao homem como à mulher.
O mais engraçado da minha conversa com o Leão é que apercebemo-nos que eu só comecei a fazer estes movimentos pompoaristas depois ser mãe. Mais engraçado ainda é que o Leão diz que só conheceu duas mulheres que o faziam, e ambas
mães! :)
O que é certo é que durante as aulas de preparação para o parto a parteira falou-nos bastante sobre os músculos vaginais, sobretudo para nos prepararmos para a recuperação do parto e de uma possível episiotomia. Pedia-nos que exercitasse-mos esses músculos. Como? Na sanita! Quando ia urinar, retinha o xixi… e voltava a fazer. Voltava a reter… e voltava a fazer. Simples. E uma boa maneira de saber onde estão e como controlar os músculos responsáveis pelo pompoarismo.
Vá! Tudo para o wc treinar! Ou então toca a comprar bolinhas tailandesas! Introduzam-nas, e expulsem-nas só com a força dos músculos vaginais!
Depois digam-me qualquer coisinha! ;)
Mais AQUI

segunda-feira, agosto 13, 2007


Cheguei a casa cansada das centenas de quilómetros percorridos este fim-de-semana. Ainda não tinhas chegado do trabalho, porque, periodicamente, nem os domingos consegues ter livres, meu amor. Foi um FDS atípico, por isso as saudades já apertavam.
Enquanto esperei que chegasses, pus a cera a aquecer e preparei o meu ritual de beleza, fazendo a depilação nas axilas, buço e pernas, envolvendo-me, de seguida em óleo de aloé-vera, que me deixou mais macia e sedosa. Chegaste já eu estava a terminar o meu ritual.
Apalpaste-me o rabo, beijaste-me na boca, arrepiando-me intensamente, ao sentir o teu cheiro de suor, com a tua química muito própria. Tu nem imaginas como me excito com o teu cheiro de suor, Felino… Foi com o teu suor que eu tirei a prova dos nove quando te conheci, sabes? Nunca conseguiria amar um homem cujo cheiro natural não me agradasse. Há homens lindos cujo cheiro é repugnante, mas tu tens um odor natural que me tira do sério e me faz querer devorar-te assim mesmo. Para além do essencial Amor, é esta química que faz as relações funcionarem…
Foste tomar um duche rápido, enquanto eu preparei a nossa cama, pus os Massive Attack a tocar e me deitei à tua espera. Quando saíste nu da casa de banho, olhei-te como se fosse a primeira vez que te via assim e senti um enorme orgulho em ti. És um Homem fantástico que me faz explodir de orgulho, sabes? Além de seres lindo, e um excelente amante, és o Homem mais honesto que conheço, trabalhador incansável, um Amigo leal, quer para mim, quer para todas as pessoas que têm o privilégio de conquistar a tua amizade, és um pai inigualável, mais pai que muitos pais (quem nos conhece sabe muito bem que assim é!) e eu Amo-te! Sempre mais a cada dia que passa.
Foi assim com esta emoção no peito que me encontraste quando ao meu lado te deitaste. E foi explodindo de amor que me abracei a ti, te comecei a beijar o corpo todo, como que para me certificar que és real. Beijei-te a pele, arrepiando-te como tu me fazes a mim, suavemente mas cheia de malícia, porque a Felina que existe em mim, és tu que a despertas mais, meu amor.
Afiei as garras e devorei-te com a boca, envolvendo-te nas minhas mãos que não te largaram um segundo, sobretudo quando te afundaste lentamente por entre os meus lábios que te acolheram gulosamente. Gosto de ti assim, duro e firme, a deslizar por entre os meus dedos, escorregando devagar, apertando-te com firmeza dentro da minha boca. O teu arfar denunciava o prazer que sentias. E nada me faz mais feliz do que ver-te a ter prazer.
Estavas deitado na cama, mas eu puxei-te até ambos ficarmos em pé. Não queria fazer amor na cama. Queria ser possuída como uma verdadeira felina, com fúria e tesão, e tu alinhaste comigo, obrigando-me a encostar à parede, dominando esta tua fêmea sempre ávida e desejosa de ti.
Levaste a tua mão ao meu sexo, confirmando que estava receptiva à tua entrada em mim, e penetraste-me com estocadas firmes e certeiras, que me fez estremecer dos pés à cabeça (mesmo agora enquanto escrevo, parece-me sentir-te dentro de mim, e quase me venho só de pensar!) Seguraste-me nas maminhas excitadas enquanto os nossos sexos se afundavam um no outro, mas rapidamente me seguraste pelas ancas, para aumentar a cadência e a intensidade da fricção. Sempre apoiada na parede, voltei a cabeça para absorver o beijo que me oferecias e as nossas línguas bailaram uma com a outra, numa dança sincronizada com o vaivém dos nossos corpos, e eu vibrei tanto, tanto, que me vim enquanto tu intensificavas mais ainda o movimento. És um safado terrível que me conhece bem e sabe do que gosto. Adoro que me comas assim por trás, com força e tesão. És uma força da natureza, meu Homem bom, e adoro puxar por ti ainda mais. Hummmm…
Encadeaste o meu orgasmo com o teu, momento em que achei que ia desmaiar de tanto prazer. Nem sempre o sinto, mas juro-te que te senti a jorrar dentro de mim, e voltei a cabeça para te olhar nos olhos, partilhando o teu sorriso de plenitude.
Levantei uma das pernas, que tu seguraste firmemente, se deixar de me penetrar com um ritmo crescente e intenso, embora te tivesses acabado de vir e o natural seria que acalmasses. Apercebi-me que continuarias e rendi-me novamente ao fantástico prazer com que me presenteavas. Mais fricção era impossível, porque, nesta posição, é bom demais sentir-te o pau escorregar dentro de mim, aconchegado pelas minhas carnes inchadas de prazer. Inclinei-me até tocar com as mãos no chão, permanecendo assim, exposta para ti, que podias observar os nossos sexos a fundir-se um com o outro, sem qualquer tipo de pudor. É indescritível a sensação de ser tua, assim. Uau!!!
Segurando-me pelos ombros, unidos, dirigimo-nos para a cama, aonde me ajoelhei, empinando o rabinho para ti, que continuavas dentro de mim, enchendo-me de prazer.
O movimento crescente das tuas ancas a baloiçar contra o meu rabo, com o pau bem encaixado na minha ratinha, denunciava um novo orgasmo teu que não tardou a surgir. Ah, como te amo, meu Felino bom… Com é bom sentir-te explodir dentro de mim, enquanto me acaricias o rabinho, e continuas a comer-me até me vir também junto contigo… Hummmmm…. E que bom foi sujar os lençóis todos com os nossos fluidos, sem força sequer para irmos buscar uma toalha…


Ficamos empatados: dois para cada um!!! Logo desempatamos, está bem? ;-)

sábado, agosto 11, 2007


- Estou farta da cama! Amor, vamos pôr a máquina de roupa a lavar e vamos para cima dela? – Disse-lhe eu quando ele se encostou a mim, mostrando-me desejo. Rebentámos os dois numa sonora gargalhada, culminando com um longo beijo repleto de tesão.


Não fomos pôr a roupa a lavar, mas houve uma troca de prazer intensíssima nas horas que se seguiram. Com as bocas unidas, as mãos de ambos não se cansaram de procurar espevitar o corpo do outro, com cócegas, festinhas e arranhadelas ligeiras. Rimo-nos entusiasmados com a nossa brincadeira, enquanto sentíamos o sangue a acumular-se nos nossos genitais, sem, contudo, iniciar a penetração de imediato. Prolongamos os beijos e as carícias até sentirmos a palpitação dos nossos sexos, próximos um do outro, mas adiando a sua fusão.
Custa muito resistir, pois apetece logo partir para uma foda desenfreada, mas o momento exigia compenetração e paciência. No momento em que ambos sentimos que não dava mais para aguentar a espera, iniciamos a entrada dele dentro de mim, com carinho e calma, muito relaxados e concentrados no que estávamos a sentir. No início, mantivemo-nos o mais quietos possível, quase como se sentissemos o sangue do outro a correr, de tal forma que acabei por me vir de uma forma totalmente descontrolada. Ele abraçou-me com força, beijando-me a face com carinho e segurando-me nos braços a sentir as minhas contracções. Foi um momento intenso e lindo, como só dois amantes que se conhecem bem podem viver.
Ao sentir-me livre e solta após o meu primeiro orgasmo, iniciamos uma festa maravilhosa, fazendo dos nossos corpos os instrumentos de diversão mais poderosos que existem. O Felino penetrou-me por detrás, segurando-me firmemente com uma mão no ombro e outra no meu cabelo com o qual fez um nó, num movimento de vaivém forte e seguro, levando-me aos céus, novamente, em poucos segundos. Há posições assim, que nos fazem sair fora de nós, e esta é uma delas. É tão bom…
Montei-o de seguida, de costas voltadas para ele, baloiçando as ancas e as nádegas bem à frente dos seus olhos, enquanto ele tentava explorar o meu rabinho com um dedinho atrevido. Aproveitava a minha humidade abundante para me esfregar e estimular, o que adorei, é claro. Eu tudo lhe permito, nós dois somos um só!!!
Deixei-me cair para trás e o vaivém continuou, apenas possibilitado pelas minhas ancas a subir e a descer, enquanto o seu pénis entrava e saía de mim com extrema facilidade, denunciando o meu estado de excitação total. Ah, como eu amo este homem… Girei sobre mim própria e, continuando a baloiçar, beijei-o e assim nos mantivemos largos minutos, enquanto as mãos dele me percorriam a pele por inteiro, derretendo-me nos seus braços. Não segurei um novo orgasmo, que, devido à sua intensidade, quase fez com que ele se viesse também, que tanto estava a tentar segurar-se e prolongar a nossa dança de prazer.
O Felino virou-se de lado, arrastando-me com ele e colocando-se bem dentro de mim, de lado, de frente um para o outro, ajudou-me a levantar as pernas até aos seus ombros, posicionando-nos numa posição que muito temos explorado ultimamente (não sei se conseguem visualizar). Começou um movimento rápido, entrando em mim com força, enquanto me beijava, como se daquele momento dependesse a sua vida. E a minha…
Voltou a girar mais um pouco, sem parar o vaivém frenético e intenso, e, com os meus pés bem colocados em cima dos seus ombros, eu de barriga para cima e ele bem em cima da minha púbis, numa penetração total, veio-se no mesmo instante em que o fixei nos olhos e lhe disse que o amava. Num estado de abandono ao prazer mais total que existe, disse-lhe, emocionada:
- Amo-te, Nininho… Amo-te tanto…
- Amoooooo-te - saiu-lhe da boca como um gemido de dor, que era prazer, do orgasmo que acabara de ter.

AMO-TE!!! (E estou toda molhadinha só de reviver esta noite, enquanto escrevia)

sexta-feira, agosto 10, 2007

Tinha mesmo que terminar o trabalho que tinha em mãos nessa noite, pois a deadline já se tinha esgotado, e eu estava no limite. Fiz uma pausa para relaxar e fui ver a caixa de correio do Blog que tinha 1021 mensagens não lidas. Comecei a abrir e-mails e já excitada pelas imagens e pelos filmes que acabara de visualizar no computador, levantei-me para ir à casa de banho, fazer um chichi rápido e voltar ao trabalho.
Ao limpar-me depois do chichizito, apercebi-me que a minha ratinha estava inchada, excitada e molhadinha. Toquei-me ao de leve e saboreei-me. Estava sozinha mas ansiei pela companhia do meu marido. Se o apanhasse naquele instante, acho que o esfolava vivo. Só desejava senti-lo dentro de mim, possuindo-me por detrás, segurando-me pelos pulsos e mordendo-me o lóbulo das orelhas... Adoro quando o faz!

Os meus devaneios aliados aos meus dedinhos incansáveis, fizeram-me ter o meu primeiro orgasmo. De seguida, os espasmos do meu corpo, contorcendo-me na sanita, levaram-me a não retirar a mão. Já estava inundada e o Felino não me saía da cabeça. Bolas! Eu tinha que me vir, mais uma vez, não ficava satisfeita se não me libertasse daquela tensão e tesão acumuladas...

Levantei-me e encostei o peito à parede, com os dedos da mão direita a friccionar o clítoris com precisão (com a precisão que só eu conheço) debaixo do meu vestido e com a mão esquerda apoiada na parede, sentindo-lhe a frescura. Imaginei-me a ser fodida com fúria pelo meu homem e vim-me explosivamente mais uma vez, ficando com as pernas a baloiçar, rindo-me sozinha como uma tonta, mas satisfeita por me sentir auto-suficiente. Hummmm...
Fui para o computador, depois de me refrescar, e terminei o meu trabalho.
Eu sou responsável, ora bolas!!!

À noite, deitados lado a lado, na nossa cama, confessei o que tinha feito ao meu Amor, que me beijou e sorriu, dizendo que me ama mais por isso.

- Deixa-me ver essa ratinha satisfeita - disse-me ele, enquanto deslizou por entre os lençóis até me envolver a púbis com os seus lábios.

- Hmmmm. Está deliciosa!

E eu deixei-me levar pelo prazer que a boca dele me proporcionou, até a noite parecer infinita.
Não sei quantas vezes vi o paraíso nessa noite, mas a nossa cama acabou toda encharcada
Adormecemos suados, besuntados e apaixonados. Como sempre, aliás...

quinta-feira, agosto 09, 2007

Já me aconteceu algo assim: (Cliquem antes de ler o resto): http://www.boreme.com/boreme/funny-2007/waiters-penis-p1.php

Fui a um restaurante e o empregado de mesa estava, visivelmente, de pau feito e era muito avantajado. Reparei nisso enquanto ele vinha na direcção onde eu e a minha amiga estavamos sentadas e, acreditem em mim, não desviei os meus olhos dos olhos dele. Senti-me muito mal, pois olhar alguém nos olhos é muito intimidante, mas eu tenho a certeza que seria mais incomodativo olhar-lhe para o volume debaixo do fecho éclair.
A minha amiga não conseguia disfarçar o riso e eu, normalmente atrevida, mantive-me séria até ele virar costas. Se lá estivesse uma câmara, estavamos tramadas...

Foi muito embaraçoso... (mas divertido!!!)

segunda-feira, agosto 06, 2007



Nem sei onde arranjamos forças ontem!
O fim-de-semana foi curto para descansar uma semana tão intensa de trabalho. Ir à praia com o leãozinho, nadar, jogar qualquer coisinha… Eu estava morta!
Ainda assim, quando o Leão veio para o pé de mim, no sofá, todo nuinho, vieram-me logo à cabeça coisas marotas para lhe fazer!!!
Quando nos encontramos na cama, um pouquinho depois, não estive com muitas cerimónias: enrolei as minhas pernas nas dele, encostando a minha ratinha já húmida à sua coxa torneada e bronzeada. Agarrei-lhe a nuca e encostei a sua boca à minha, envolvendo a minha língua com a dele, amassando-lhe os lábios.
Senti quase de imediato o seu sexo a crescer contra o meu corpo e, enquanto os seus dedos procuravam a entrada do meu sexo as minhas mãos procuravam a cabecinha insinuante do dele.
Preparamo-nos assim: num beijo longo, quente e ininterrupto e com estímulos das nossas mãos. Ficamos quentes! Ele duro e eu encharcada.
Virei-o de barriga para cima e desci por ele abaixo até a minha boca se encontrar com o seu pau. Lambi-lhe primeiro as bolas, vagarosamente. Lambi-o depois desde as bolas até à cabecinha redondinha do seu sexo. Abocanhei-o depois, escorrendo de saliva, de gula! Chupei-o até o sentir no auge da sua dureza. Já com as veias dilatadas e pulsantes. Aí parei. Tirei a minha diminuta camisa de dormir de seda, expondo-me a ele, que me olha e admira como se fossem todos os dias a primeira vez que me vê assim, nua.
Subi até ao seu colo e sentei-me sobre ele, encaixando o seu sexo no meu. Enterrei-me toda nele, devagar a início. Cavalguei-o ritmadamente, variando o ritmo e modo de penetração. Rodando e serpenteando o meu corpo sobre o dele, para obtermos variadas sensações. Ele entregou-se a este meu trabalho por um bocado, fechado os olhos e usufruindo das sensações que lhe causava esta minha brincadeira.
Mas pouco depois agarra-se às minhas nádegas e, comigo por cima dele, fode-me com força!
Mudamos de posição, para a canzana. Que sabem bem que ADORO!
Agarrou-se aos meus quadris e penetrou-me de uma vez só, fundo e forte. A iminência do orgasmo levou-o a bater com força contra o meu corpo e o quarto encheu-se de ruídos: da cama, dos nossos corpos a bater um no outro, dos meus rugidos de prazer, dos sons dos meus sucos a crescer e por fim do seu gemido controlado de prazer, quando me inundou com o seu leite quente.
Não tardamos a adormecer, estafados, esgotados e deliciados! ;)

terça-feira, julho 31, 2007


¿Correr ou Fazer Amor?


Sem sombra de dúvida que o exercício físico é excelente para a saúde.

Para os indecisos na escolha, aqui lhes deixo 7 boas razões que os ajudarão a optar, quando se lhes deparar a questão, “Correr ou Fazer amor?”.


1.- Quando corres, normalmente vais sozinho. Se vais com alguém acabas por querer correr mais rápido que o outro.
A fazer amor não, procuras chegar à meta ao mesmo tempo.
Portanto, fazer amor “fomenta o trabalho em equipa e previne o egoísmo".

2.- Para correr tens de comprar um equipamento adequado que normalmente custa caro.
Para fazer amor basta tirares a roupa que trazes vestida.
Como vês, fazer amor “fomenta a poupança e diminui o consumismo".

3.- Para correr tens que levantar-te da cama.
Para fazer amor é ao contrário.
Todos sabemos que na cama se está melhor que em qualquer outro sítio.
Portanto, fazendo amor “fazemos exercício onde melhor se está".

4.- Correr exige um grande esforço e dá pouco prazer.
Fazer amor dá um enorme prazer e o esforço é mínimo.
Assim, fazendo amor, descobrimos como “rentabilizar ao máximo com o mínimo esforço"

5.- Depois de correr acabas esgotado e com dores nos joelhos e nas pernas.
Ao contrário, depois de fazer amor, tens um sorriso de orelha a orelha.
Fica claro que, fazendo amor, “descobrimos a alegría de viver"

6.- Se te convidam para correr, quase nunca vais.
Agora se te convidam para fazer amor...
Ui, até voas…..
Está claro… fazer amor “aumenta a pontualidade".

7.- Outra razão muito importante é que depois de uma corrida não te apetece repeti-la.
Mas, depois de fazer amor, apetece-te repetir…
¿Ou não?
Assim, fazendo amor, consegue-se “verdadeiro interesse por aquilo que se faz e fomenta-se o valor da perseverança".

POR ISSO, NÃO SE QUEIXEM DA FALTA DE TEMPO PARA EXERCÍCIO FÍSICO!

Toca a ¡FAZER AMOR!!! ¡CAMBADA!!!

sábado, julho 21, 2007

Sinto-te a penetrar-me devagar (hoje estou especialmente apertada, apesar de bem lubrificada) com movimentos suaves para não me magoares, e aproximas a tua boca do meu ouvido. Beijas-me o lóbulo da orelha e sussurras-me:
- Deixa estar assim, Amor...

- Assim? Assim como, nino?

- Assim, quietinhos.

Os minutos que se seguem são de uma intensidade inigualável. A tua carne dentro da minha, a pulsar, intensificando o prazer que sinto só de o ter "lá", todo, completo, meu... Hummmm... SIIIM!

A média luz do nosso quarto permite-me ver-nos reflectidos no espelho e sinto como se o mundo e o tempo tivessem parado por instantes.

Os nossos corpos estão colados um ao outro com o teu abraço que me cobre o peito túrgido e excitado. Sinto-te realmente fundido em mim e estou quase a vir-me e nem sequer nos mexemos.

É desesperante sentir-te assim, mas não to digo, pois também quero saborear a intensidade da experiência e testar a nossa capacidade para nos aguentarmos.

O teu cheiro inebria-me.

O teu calor abrasa-me.

Os minutos passam e nós somos um só. Cada vez mais, um só!

Ui...

Venho-me sem querer e tu, apercebendo-te que me rendi, movimentas as ancas para permitir o vaivém dos nossos sexos e a troca de fluídos resultantes do nosso prazer.

Gemes fantasticamente no momento em que jorras dentro de mim e eu uno um novo orgasmo ao que acabara de ter, numa manifestação desesperada de sensações, que me deixou numa "petit-mort" avassaladora. Creio que nunca conseguirei descrever, com palavras, o abandono da alma que sinto neste instante. O meu espírito flui e eu sinto-me leve, solta, feliz.

Só os teus braços e o teu beijo me me fazem regressar à realidade do nosso quarto.

- Boa noite, Amor.

-Boa noite, dorme bem, meu querido!


E foi mesmo uma boa noite.

quarta-feira, julho 18, 2007

que....??????



Hoje sabíamos que teríamos oportunidade para uma queca a meio da tarde! Daquelas em que estamos bem despertos, sem excesso de cansaço no corpo, sem a preocupação de ter que ir deitar porque já sobram poucas horas de sono até o começar de um novo dia…
Sabíamos que, se o leãozinho adormecesse, estaríamos juntos em casa, cedinho, à vontade para nos expandirmos!
À hora de saída recebi uma mms do meu Leão a convidar-me a vir para casa depressa! E como ele estava bem na foto! Duro, erecto, lindo! Vim a correr, já a sentir a ansiedade a manifestar-se em forma de sucos vaginais.
Cheguei e perguntei imediatamente:
-Há quanto tempo dorme?
- Desde as 15.30h, respondeu-me.
- Então anda! Temos pouco tempo!
A roupa foi ficando por aqui e por ali à medida que avançamos pelo corredor até ao quarto. A urgência de satisfazer o tesão armazenado durante a tarde aumentava!
À medida que o beijava contava-lhe a conversa que tive com uma e-amiga, que me confessou uma certa vontade de se encontrar entre nós dois! Claro que estas conversas estimularam ainda mais a libido que já estava alta! Beijou-me e abraçou-me intensamente, enquanto os seus dedos procuravam averiguar o meu ponto de excitação: Rebuçado! Ponto rebuçado!
Deixou-me debruçar-me e inclinar-me para ele, de modo a o abocanhar e lamber o seu pau já duro há alguns instantes. Mas não me deu muito tempo…
Baixou-se para tirar debaixo da cama uma faixa de cetim, que depois apercebi-me ser de uma saia minha, e com ela vendou-me. Conheço bem o meu homem! Sabia que me reservava alguma surpresa boa! Comecei logo a magicar: gelo? Morangos com chantili? As bolinhas vaginais?
Começou por verter um líquido sobre o meu clítoris e lábios. Em seguida saboreou-o.
“Põe a língua de fora…” Assim o fiz, para saborear o lubrificante com a sabor a frutos do bosque, que ele me dava a provar.
Beijou-me novamente. Envolvemo-nos naquele beijo aromático e frutado, até que comecei a sentir algo estranho a procurar a entrada da minha ratinha.
Sorri enquanto pensava “Ele teve o trabalho de trazer o vibrador anal para cá!”, lembrando-me de um vibrador mais pequeno, com o propósito de estimular o ânus, que ele comprou já há algum tempo.
Penetrou-me devagar com o instrumento, rodando-o, para que o sentisse em cada milímetro de pele. Ligou-o, pondo-o a vibrar. Quando começou a variar o ritmo de vibração, comecei-me a questionar… O nosso vibradorzinho anal só tem uma vibração! Senti algo diferente tocar-me o clítoris. Não eram nem os dedos, nem a língua, nem o sexo do meu Leão… e começou pouco depois a vibrar também.
Entreguei-me àquelas sensações! Os meus lábios vaginais estavam inchados e encharcados… Com o interior da minha ratinha a ser estimulado (e de que maneira!), o meu clítoris a receber tratamento personalizado… Vim-me num ápice! Ele beijou-me enquanto me penetrava com este novo habitante da minha mesinha de cabeceira!
Não aguentei mais! Retirei a venda e pedi-lhe que me fodesse! Procurei sobre a cama o instrumento que ainda vibrava, apanhei-o, mas já nem o olhei… O meu homem penetrava-me com gana, e naquele momento pode libertar a tensão que acumulara até aí! Ver-me ali prostrada, deliciada, encharcada, com os biquinhos das mamas túrgidos de prazer, a agarrá-los entre os dedos e a contorcer-me… Ele estava com uma pau fantástico!
Fodeu-me num ritmo rápido! Ele sabia que eu já estava satisfeitinha e que não precisava de muito mais estimulo! Ainda assim, o seu sexo a tocar o topo da minha vagina, com força e ritmo, levou-me a mais um orgasmo, que me levou a agarrá-lo e apertá-lo contra mim! Sentindo o seu aroma, a maciez da sua pele, a tensão dos seus músculos.
Ficamos durante um pouco a olharmo-nos… Com um sorriso maroto nos lábios…
“És um taradão! Amo-te muito!” disse-lhe.
Depois disso, ainda estivemos a estudar as funcionalidades do nosso novo amigo…
E o Leãozinho só acordou quase uma hora depois… Que rica criança! :D

sexta-feira, julho 13, 2007

A Trinity que me perdoe o abuso, mas este comentário que ela colocou no post anterior, tinha que aparecer aqui em DESTAQUE:
"Isto está tudo muito bem feito. Sendo o objectivo de cada ser reproduzir-se para continuar a sua espécie, é importante que o sexo seja bom e que toque a todos. Fomos feitos para foder, peço imensa deculpa, mas é isso mesmo, tanto faz o doutoramento em Química Orgânica, tocar piano, pensamentos elevados... Fomos feitos para foder e, por muitos anos de evolução que passem por nós, isso não vai mudar! Sejam naturais, fodam! "

Eu acrescento: MUITO!!! :-)

E, para ilustrar esta mensagem, nada melhor que esta carta, que é suficientemente clara e esclarecedora (cliquem na imagem para a ampliar):

Tenham um bom fim-de-semana e fodam muito... Afinal foi divulgado há dias que a taxa de natalidade é muito pequena e que, em 2050, se a taxa de natalidade continuar a descer, seremos menos 3 milhões de habitantes em Portugal. Por isso: fornicai e procriai. Pelo bem do nosso país!!!

quinta-feira, julho 12, 2007

O que vês na foto?


Hahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Esta foto está muito boa! Será que fizeram a ponta do pão propositadamente com esta forma, ou terá sido pura coincidência?
O que é certo é que esta é uma de milhares de imagens que vemos diariamente na televisão, em outdoors, em revistas, que utilizam conotações sexuais!
O sexo vende!!! Sem dúvida nenhuma! É impossível não olhar duas vezes para a imagem acima, ou para imagens do género. E isso faz com que as pessoas retenham a marca e a sua imagem!
E porque será que o sexo vende??
PORQUE É BOM!!!!!!!!!!!!!!!
Toda a gente gosta! Menos ou mais, agressivo ou pacífico, com algemas ou com a parte de cima do pijama vestida... Cada um à sua maneira, e consoante a sua necessidade. Mas toda a gente gosta! Eu gosto!!! MUITO!!!

O QUE EU ME DIVERTI A FAZER ESTE POST!!!

Conhecem esta ilustre Senhor aqui em cima? Não?
Olhem que conhecem... Senão confiram AQUI.
Espero que ele não se importe por lhe "roubar" a foto, mas está delicioso. Não resisti!

(Cliquem nas imagens, para ampliar!)
E estes dois aqui em cima, imaginam quem são? Não? Pois... somos nós, Felina e Felino, sem máscaras!!! Bem, o Felino tem óculos de sol, porque não quer ser reconhecido, mas também lhe dão pinta, não dão?
Já eu, que nada costumo pôr no cabelo, tenho ali um belo laçarote que mais parece roubado à minha filha.
Ficamos bem janotas, não ficamos?
Juro que tentei despir os bonecos e pô-los a fazer amor, mas não consegui... :-) Mas deu para brincar um pouco!
Desafio o Leão e a Leoa a criarem os seu próprios avatares SIMPSON. Depois, os 4, desafiamos o Matt Groening a desenvolver uma série marota com as personagens por nós criadas... Ah, que belos serões proporcionariamos aos telespectadores da FOX... Hummm... Até me excito só de pensar!!!
:-)
Tenham um bom dia. Eu vou sair para ir trabalhar. Beijinhos!

terça-feira, julho 10, 2007

A libido da Leoa


Tenho duvidado da minha libido. Será que sou realmente um ser sexual? Será que tenho verdadeiro perfil para contribuir para um blog de conteúdo erótico? Não me quero comparar à Felina, pois somos mulheres muito diferentes, mas é certo que para se escrever num blog como omeupontog há que ter uma vida sexual activa e uma libido bem apurada! A Felina tem isso! Sem sombra de dúvida! Eu…
Normalmente sou assim: tesuda, tomo a iniciativa, deleito-me com as sensações… Mas a minha motivação para o sexo é facilmente influenciada.
Neste momento passo por algumas situações na minha vida pessoal que me têm preocupado. E parece-me que a minha motivação para o sexo é perturbada por isso! Todos os dias o Leão me procura! E parece que se apercebe… porque não me força, não se chateia ao perceber que não me apetece… Mas eu conheço bem o meu Leão. Sei que o sexo para ele é imprescindível. É o seu modo de exorcizar demónios! E que se esta minha má onda dura muito, ele começa a ficar frustrado…
Atenção! Não pensem vocês que o covil dos Leões tem sido um sossego! Não!!! Há sempre actividade! Se não for todos os dias, é dia sim, dia não! Mas a minha entrega não tem sido total e incondicional como normalmente é…
Com isto quero apenas compreender se sou eu o ser estranho, ou se somos todos assim. Será que o nosso sexo reflecte o nosso estado de espírito? Será que o sexo é bom quando estamos bem? Selvagem quando estamos zangados? Menos bom quando não estamos tão bem? (Sim, menos bom e não mau… Porque o meu Leão esforça-se sempre MUITO por me dar pelo menos um orgasmo!)
Leão: desculpa-me! Sabes que te amo! E adoro fazer amor contigo! És o meu deus do sexo! És o meu guia para o nirvana! Dedicas-te ao meu orgasmo com um empenho admirável e AMO-TE MUITO por isso e por muito mais! Sabes que vou voltar ao meu normal, breve, breve! Não sabes?

sexta-feira, julho 06, 2007


Imaginem o homem deitado na cama, com o quarto iluminado com uma luz muito ténue. A mulher sai da casa de banho quase nua, apenas vestida com um colar de pérolas que lhe baloiça por entre os seios, dançando ao ritmo dos movimentos que as suas ancas fazem ao caminhar.
O homem olha a mulher e só lhe vê a nudez. Nem repara no pormenor do colar.
A mulher aproxima-se e dá-lhe um beijo quase a fugir, contornando, em seguida, a cama, sempre com passos lentos. A mulher não deixa de fixar o olhar do homem, que começa a imaginar o que terá ela em mente.
O olhar dela desafia-o, enquanto se coloca aos pés da cama e arrasta o corpo até ele. Gatinha por cima do lençol que o cobre e, com os dentes, puxa-o para trás, com um movimento que ele nunca lhe vira antes.
Ela ri-se! Dá uma gargalhada, enquanto ele lhe admira o corpo nu. Ela já não é perfeita, mas é tão bela. No corpo tem marcas da gravidez que lhes deu os dois filhos. E há marcas que são para sempre. Mas ela é mais bela do que isso. Ele ama-a mais assim!
Ela adivinha-lhe o pensamento e vai em direcção a ele, desta vez para se lhe colocar por cima e, com as suas mãos, prender-lhe os pulsos na almofada, controlando-o, enquanto o beija como se o mundo fosse acabar. Ele corresponde, arfando e devorando-lhe a boca que se lhe oferece. Ela ama-o! Ele ama-a! E como isso se nota neles...
A mulher volta a deslizar sobre o corpo dele, arrastando o colar de pérolas sobre a pele, que se arrepia à sua passagem. Ela ri-se porque o efeito desejado era esse mesmo.
Hummmmm... que bom!
Aninhada entre as suas coxas, despe-lhe as boxers, enquanto ele se ajeita, pensando que iria ser presenteado com um simples broche. Mas na cabeça dela, as ideias fervilham...
Tira suavemente o colar do pescoço e percorre a sua própria pele com as bolinhas brilhantes que a fazem sentir uma Deusa. As curvas do seu corpo são generosas, mas ela sente-se bem assim, naquela pele que transborda luxúria e sensualidade.
Está calor no quarto deles e, apesar da porta que dá para o terraço estar entreaberta, com a cortina a esvoaçar, sente-se um calor abrasador naquela cama.
Os dedos dela entrelaçam-se todos por entre o colar, a boca aproxima-se da glande do pénis duro que brilha a seus olhos e, contudo, ela não lhe toca. Subitamente as mãos dela envoltas pelo colar rodeiam-no, fazendo-o estremecer. É boa a sensação. E é uma sensação nova.
Enquanto os movimentos ascendentes e descendentes se sucedem, a boca dela desinibe-se e procura-lhe a glande. Beija-o levemente no início, mas logo o engole com firmeza, fazendo-o navegar num prazer indescritível. É tão bom!
Os cabelos soltos da mulher parecem uma cascata sobre as suas costas e ombros. Ele, com ambas as mãos, prende-os delicadamente para melhor visualizar o seu pénis a ser acariciado por ela. E como é tão boa aquela visão conjugada com o prazer que está a sentir, as lambidelas firmes, os lábios apertados por todas a sua extensão de pele, a língua marota e irrequieta, a saliva quente... Hummmmm.... “Continua, Amor!”, diz-lhe ele, incentivando-a a continuar. E foram longos e cheios de êxtase, os minutos daquela dança especial. Hummmmm....
Veio-se na boca dela, enquanto ela o acolheu na sua boca, sem pressa, lambendo-o todo, olhos nos olhos, entre sorrisos cúmplices.
As mãos dela percorrem-lhe as pernas e sobem para o peito que transpira de tesão. Lambe a última gota do prazer dele e olha como ele se rendeu ao prazer, deixando cair a cabeça sobre a almofada, estafado e feliz.
O dia foi extenuante para ele, ela sabe-o. Pega no colar e coloca-o ao lado da almofada.
Deita-se ao lado dele e adormecem alguns minutos depois, de pés entrelaçados e ela anseia pela madrugada em que será a vez de ele a compensar.
Ah... e de que maneira o vai ele fazer! Ela que se prepare!

terça-feira, julho 03, 2007

Durante a semana, o meu duche matinal quase nunca coincide com o do Felino, pelo que, quando isso acontece, é sempre um acontecimento.
Hoje foi um desses dias, em que, quando deslizei para debaixo do jacto de água quente, os braços dele me acolheram, num abraço envolvente.
Eu não tinha muito tempo, apenas alguns minutos, suficientes para me deixar a pele limpa, pois a correria matinal não me permite banhos longos (e o ambiente agradece!). No entanto, o corpo dele já quente do duche e o cheiro de homem bom lavado quase me fez perder as horas.
Consegui escapar “à queca certa” porque estava a ficar atrasada, mas ficou a ideia no ar: depois de me ensaboar com a esponja, rodeei-o com uma das minhas pernas e deslizei pelo corpo dele, como uma serpente. “E uma massagem tailandesa, com os nossos corpos nus e bem untados, que tal, amor?”, sussurrei-lhe ao ouvido, enquanto as minhas mamas lhe roçavam o peito, provocando-o.
Os olhos dele iluminaram-se e um largo sorriso fez-me constatar que a ideia lhe agradou.
- “Hmmmm...” foi apenas o que lhe saiu da boca, pois, de imediato, beijou-me profundamente, desejando terminar o que pensava que estava a começar.
- “Agora não, nininho. Não tenho tempo. Eu preciso de tempo para te comer como mereces.”
Ele ainda ficou no duche, enquanto eu me sequei, pus creme e me vesti, para, de seguida, sair de casa a correr, com os miúdos atrás de mim, felizes e contentes.
Passei todo o dia a latejar de tesão e desejo pelo momento não concretizado. Mas daqui a pouco quando o apanhar.... Ai Felino. Tu prepara-te!
Miauuu....