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quinta-feira, agosto 16, 2007

Pompoarismo

Há dias atrás recebi um mail de um casal e-amigo, que mencionava o pompoarismo e a utilização de bolas tailandesas. Imediatamente me questionei: “Saberei fazer isto?? Saberei sequer o que isto é?”
É que isto de escrever para um blog de cariz erótico, não me faz sábia… Não sou perita em sexualidade; sou apenas tesuda. E pronto!
Eu e o Leão conversamos sobre o assunto e ficamos com a ideia de sabermos o que é, e que sim, eu faço-o com regularidade!
Propus-me a saber ao certo o que é o pompoarismo. Toca de fazer uma busca na net, na versão ecológica do google, o blackle (Sim! Porque debaixo desta Leoa tesuda há uma mulher com consciência ambiental!) para encontrar na wikipédia a seguinte definição:

Pompoarismo é uma técnica oriental antiga, utilizada por mulheres, que consiste em contrair e relaxar a musculatura do períneo, a fim de explorar com maior intensidade a satisfação sexual, tanto sua como de seu parceiro.
Os exercícios básicos consistem na contracção vaginal e na sucção vaginal. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos
ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contracção na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens).
As bolas ben-wa, são facilmente encontradas em sex-shop’s, tanto reais como virtuais. O prazer ao utilizar estas bolas, sente-se no momento da sua expulsão, apenas utilizando os músculos vaginais. A sua utilização é útil pois, assim se toma consciência da existência destes músculos e se os domina. A partir deste momento a mulher pode contrair e relaxar esses músculos durante o acto sexual, o que traz prazer acrescido tanto ao homem como à mulher.
O mais engraçado da minha conversa com o Leão é que apercebemo-nos que eu só comecei a fazer estes movimentos pompoaristas depois ser mãe. Mais engraçado ainda é que o Leão diz que só conheceu duas mulheres que o faziam, e ambas
mães! :)
O que é certo é que durante as aulas de preparação para o parto a parteira falou-nos bastante sobre os músculos vaginais, sobretudo para nos prepararmos para a recuperação do parto e de uma possível episiotomia. Pedia-nos que exercitasse-mos esses músculos. Como? Na sanita! Quando ia urinar, retinha o xixi… e voltava a fazer. Voltava a reter… e voltava a fazer. Simples. E uma boa maneira de saber onde estão e como controlar os músculos responsáveis pelo pompoarismo.
Vá! Tudo para o wc treinar! Ou então toca a comprar bolinhas tailandesas! Introduzam-nas, e expulsem-nas só com a força dos músculos vaginais!
Depois digam-me qualquer coisinha! ;)
Mais AQUI

segunda-feira, agosto 13, 2007


Cheguei a casa cansada das centenas de quilómetros percorridos este fim-de-semana. Ainda não tinhas chegado do trabalho, porque, periodicamente, nem os domingos consegues ter livres, meu amor. Foi um FDS atípico, por isso as saudades já apertavam.
Enquanto esperei que chegasses, pus a cera a aquecer e preparei o meu ritual de beleza, fazendo a depilação nas axilas, buço e pernas, envolvendo-me, de seguida em óleo de aloé-vera, que me deixou mais macia e sedosa. Chegaste já eu estava a terminar o meu ritual.
Apalpaste-me o rabo, beijaste-me na boca, arrepiando-me intensamente, ao sentir o teu cheiro de suor, com a tua química muito própria. Tu nem imaginas como me excito com o teu cheiro de suor, Felino… Foi com o teu suor que eu tirei a prova dos nove quando te conheci, sabes? Nunca conseguiria amar um homem cujo cheiro natural não me agradasse. Há homens lindos cujo cheiro é repugnante, mas tu tens um odor natural que me tira do sério e me faz querer devorar-te assim mesmo. Para além do essencial Amor, é esta química que faz as relações funcionarem…
Foste tomar um duche rápido, enquanto eu preparei a nossa cama, pus os Massive Attack a tocar e me deitei à tua espera. Quando saíste nu da casa de banho, olhei-te como se fosse a primeira vez que te via assim e senti um enorme orgulho em ti. És um Homem fantástico que me faz explodir de orgulho, sabes? Além de seres lindo, e um excelente amante, és o Homem mais honesto que conheço, trabalhador incansável, um Amigo leal, quer para mim, quer para todas as pessoas que têm o privilégio de conquistar a tua amizade, és um pai inigualável, mais pai que muitos pais (quem nos conhece sabe muito bem que assim é!) e eu Amo-te! Sempre mais a cada dia que passa.
Foi assim com esta emoção no peito que me encontraste quando ao meu lado te deitaste. E foi explodindo de amor que me abracei a ti, te comecei a beijar o corpo todo, como que para me certificar que és real. Beijei-te a pele, arrepiando-te como tu me fazes a mim, suavemente mas cheia de malícia, porque a Felina que existe em mim, és tu que a despertas mais, meu amor.
Afiei as garras e devorei-te com a boca, envolvendo-te nas minhas mãos que não te largaram um segundo, sobretudo quando te afundaste lentamente por entre os meus lábios que te acolheram gulosamente. Gosto de ti assim, duro e firme, a deslizar por entre os meus dedos, escorregando devagar, apertando-te com firmeza dentro da minha boca. O teu arfar denunciava o prazer que sentias. E nada me faz mais feliz do que ver-te a ter prazer.
Estavas deitado na cama, mas eu puxei-te até ambos ficarmos em pé. Não queria fazer amor na cama. Queria ser possuída como uma verdadeira felina, com fúria e tesão, e tu alinhaste comigo, obrigando-me a encostar à parede, dominando esta tua fêmea sempre ávida e desejosa de ti.
Levaste a tua mão ao meu sexo, confirmando que estava receptiva à tua entrada em mim, e penetraste-me com estocadas firmes e certeiras, que me fez estremecer dos pés à cabeça (mesmo agora enquanto escrevo, parece-me sentir-te dentro de mim, e quase me venho só de pensar!) Seguraste-me nas maminhas excitadas enquanto os nossos sexos se afundavam um no outro, mas rapidamente me seguraste pelas ancas, para aumentar a cadência e a intensidade da fricção. Sempre apoiada na parede, voltei a cabeça para absorver o beijo que me oferecias e as nossas línguas bailaram uma com a outra, numa dança sincronizada com o vaivém dos nossos corpos, e eu vibrei tanto, tanto, que me vim enquanto tu intensificavas mais ainda o movimento. És um safado terrível que me conhece bem e sabe do que gosto. Adoro que me comas assim por trás, com força e tesão. És uma força da natureza, meu Homem bom, e adoro puxar por ti ainda mais. Hummmm…
Encadeaste o meu orgasmo com o teu, momento em que achei que ia desmaiar de tanto prazer. Nem sempre o sinto, mas juro-te que te senti a jorrar dentro de mim, e voltei a cabeça para te olhar nos olhos, partilhando o teu sorriso de plenitude.
Levantei uma das pernas, que tu seguraste firmemente, se deixar de me penetrar com um ritmo crescente e intenso, embora te tivesses acabado de vir e o natural seria que acalmasses. Apercebi-me que continuarias e rendi-me novamente ao fantástico prazer com que me presenteavas. Mais fricção era impossível, porque, nesta posição, é bom demais sentir-te o pau escorregar dentro de mim, aconchegado pelas minhas carnes inchadas de prazer. Inclinei-me até tocar com as mãos no chão, permanecendo assim, exposta para ti, que podias observar os nossos sexos a fundir-se um com o outro, sem qualquer tipo de pudor. É indescritível a sensação de ser tua, assim. Uau!!!
Segurando-me pelos ombros, unidos, dirigimo-nos para a cama, aonde me ajoelhei, empinando o rabinho para ti, que continuavas dentro de mim, enchendo-me de prazer.
O movimento crescente das tuas ancas a baloiçar contra o meu rabo, com o pau bem encaixado na minha ratinha, denunciava um novo orgasmo teu que não tardou a surgir. Ah, como te amo, meu Felino bom… Com é bom sentir-te explodir dentro de mim, enquanto me acaricias o rabinho, e continuas a comer-me até me vir também junto contigo… Hummmmm…. E que bom foi sujar os lençóis todos com os nossos fluidos, sem força sequer para irmos buscar uma toalha…


Ficamos empatados: dois para cada um!!! Logo desempatamos, está bem? ;-)

sábado, agosto 11, 2007


- Estou farta da cama! Amor, vamos pôr a máquina de roupa a lavar e vamos para cima dela? – Disse-lhe eu quando ele se encostou a mim, mostrando-me desejo. Rebentámos os dois numa sonora gargalhada, culminando com um longo beijo repleto de tesão.


Não fomos pôr a roupa a lavar, mas houve uma troca de prazer intensíssima nas horas que se seguiram. Com as bocas unidas, as mãos de ambos não se cansaram de procurar espevitar o corpo do outro, com cócegas, festinhas e arranhadelas ligeiras. Rimo-nos entusiasmados com a nossa brincadeira, enquanto sentíamos o sangue a acumular-se nos nossos genitais, sem, contudo, iniciar a penetração de imediato. Prolongamos os beijos e as carícias até sentirmos a palpitação dos nossos sexos, próximos um do outro, mas adiando a sua fusão.
Custa muito resistir, pois apetece logo partir para uma foda desenfreada, mas o momento exigia compenetração e paciência. No momento em que ambos sentimos que não dava mais para aguentar a espera, iniciamos a entrada dele dentro de mim, com carinho e calma, muito relaxados e concentrados no que estávamos a sentir. No início, mantivemo-nos o mais quietos possível, quase como se sentissemos o sangue do outro a correr, de tal forma que acabei por me vir de uma forma totalmente descontrolada. Ele abraçou-me com força, beijando-me a face com carinho e segurando-me nos braços a sentir as minhas contracções. Foi um momento intenso e lindo, como só dois amantes que se conhecem bem podem viver.
Ao sentir-me livre e solta após o meu primeiro orgasmo, iniciamos uma festa maravilhosa, fazendo dos nossos corpos os instrumentos de diversão mais poderosos que existem. O Felino penetrou-me por detrás, segurando-me firmemente com uma mão no ombro e outra no meu cabelo com o qual fez um nó, num movimento de vaivém forte e seguro, levando-me aos céus, novamente, em poucos segundos. Há posições assim, que nos fazem sair fora de nós, e esta é uma delas. É tão bom…
Montei-o de seguida, de costas voltadas para ele, baloiçando as ancas e as nádegas bem à frente dos seus olhos, enquanto ele tentava explorar o meu rabinho com um dedinho atrevido. Aproveitava a minha humidade abundante para me esfregar e estimular, o que adorei, é claro. Eu tudo lhe permito, nós dois somos um só!!!
Deixei-me cair para trás e o vaivém continuou, apenas possibilitado pelas minhas ancas a subir e a descer, enquanto o seu pénis entrava e saía de mim com extrema facilidade, denunciando o meu estado de excitação total. Ah, como eu amo este homem… Girei sobre mim própria e, continuando a baloiçar, beijei-o e assim nos mantivemos largos minutos, enquanto as mãos dele me percorriam a pele por inteiro, derretendo-me nos seus braços. Não segurei um novo orgasmo, que, devido à sua intensidade, quase fez com que ele se viesse também, que tanto estava a tentar segurar-se e prolongar a nossa dança de prazer.
O Felino virou-se de lado, arrastando-me com ele e colocando-se bem dentro de mim, de lado, de frente um para o outro, ajudou-me a levantar as pernas até aos seus ombros, posicionando-nos numa posição que muito temos explorado ultimamente (não sei se conseguem visualizar). Começou um movimento rápido, entrando em mim com força, enquanto me beijava, como se daquele momento dependesse a sua vida. E a minha…
Voltou a girar mais um pouco, sem parar o vaivém frenético e intenso, e, com os meus pés bem colocados em cima dos seus ombros, eu de barriga para cima e ele bem em cima da minha púbis, numa penetração total, veio-se no mesmo instante em que o fixei nos olhos e lhe disse que o amava. Num estado de abandono ao prazer mais total que existe, disse-lhe, emocionada:
- Amo-te, Nininho… Amo-te tanto…
- Amoooooo-te - saiu-lhe da boca como um gemido de dor, que era prazer, do orgasmo que acabara de ter.

AMO-TE!!! (E estou toda molhadinha só de reviver esta noite, enquanto escrevia)

sexta-feira, agosto 10, 2007

Tinha mesmo que terminar o trabalho que tinha em mãos nessa noite, pois a deadline já se tinha esgotado, e eu estava no limite. Fiz uma pausa para relaxar e fui ver a caixa de correio do Blog que tinha 1021 mensagens não lidas. Comecei a abrir e-mails e já excitada pelas imagens e pelos filmes que acabara de visualizar no computador, levantei-me para ir à casa de banho, fazer um chichi rápido e voltar ao trabalho.
Ao limpar-me depois do chichizito, apercebi-me que a minha ratinha estava inchada, excitada e molhadinha. Toquei-me ao de leve e saboreei-me. Estava sozinha mas ansiei pela companhia do meu marido. Se o apanhasse naquele instante, acho que o esfolava vivo. Só desejava senti-lo dentro de mim, possuindo-me por detrás, segurando-me pelos pulsos e mordendo-me o lóbulo das orelhas... Adoro quando o faz!

Os meus devaneios aliados aos meus dedinhos incansáveis, fizeram-me ter o meu primeiro orgasmo. De seguida, os espasmos do meu corpo, contorcendo-me na sanita, levaram-me a não retirar a mão. Já estava inundada e o Felino não me saía da cabeça. Bolas! Eu tinha que me vir, mais uma vez, não ficava satisfeita se não me libertasse daquela tensão e tesão acumuladas...

Levantei-me e encostei o peito à parede, com os dedos da mão direita a friccionar o clítoris com precisão (com a precisão que só eu conheço) debaixo do meu vestido e com a mão esquerda apoiada na parede, sentindo-lhe a frescura. Imaginei-me a ser fodida com fúria pelo meu homem e vim-me explosivamente mais uma vez, ficando com as pernas a baloiçar, rindo-me sozinha como uma tonta, mas satisfeita por me sentir auto-suficiente. Hummmm...
Fui para o computador, depois de me refrescar, e terminei o meu trabalho.
Eu sou responsável, ora bolas!!!

À noite, deitados lado a lado, na nossa cama, confessei o que tinha feito ao meu Amor, que me beijou e sorriu, dizendo que me ama mais por isso.

- Deixa-me ver essa ratinha satisfeita - disse-me ele, enquanto deslizou por entre os lençóis até me envolver a púbis com os seus lábios.

- Hmmmm. Está deliciosa!

E eu deixei-me levar pelo prazer que a boca dele me proporcionou, até a noite parecer infinita.
Não sei quantas vezes vi o paraíso nessa noite, mas a nossa cama acabou toda encharcada
Adormecemos suados, besuntados e apaixonados. Como sempre, aliás...

quinta-feira, agosto 09, 2007

Já me aconteceu algo assim: (Cliquem antes de ler o resto): http://www.boreme.com/boreme/funny-2007/waiters-penis-p1.php

Fui a um restaurante e o empregado de mesa estava, visivelmente, de pau feito e era muito avantajado. Reparei nisso enquanto ele vinha na direcção onde eu e a minha amiga estavamos sentadas e, acreditem em mim, não desviei os meus olhos dos olhos dele. Senti-me muito mal, pois olhar alguém nos olhos é muito intimidante, mas eu tenho a certeza que seria mais incomodativo olhar-lhe para o volume debaixo do fecho éclair.
A minha amiga não conseguia disfarçar o riso e eu, normalmente atrevida, mantive-me séria até ele virar costas. Se lá estivesse uma câmara, estavamos tramadas...

Foi muito embaraçoso... (mas divertido!!!)

segunda-feira, agosto 06, 2007



Nem sei onde arranjamos forças ontem!
O fim-de-semana foi curto para descansar uma semana tão intensa de trabalho. Ir à praia com o leãozinho, nadar, jogar qualquer coisinha… Eu estava morta!
Ainda assim, quando o Leão veio para o pé de mim, no sofá, todo nuinho, vieram-me logo à cabeça coisas marotas para lhe fazer!!!
Quando nos encontramos na cama, um pouquinho depois, não estive com muitas cerimónias: enrolei as minhas pernas nas dele, encostando a minha ratinha já húmida à sua coxa torneada e bronzeada. Agarrei-lhe a nuca e encostei a sua boca à minha, envolvendo a minha língua com a dele, amassando-lhe os lábios.
Senti quase de imediato o seu sexo a crescer contra o meu corpo e, enquanto os seus dedos procuravam a entrada do meu sexo as minhas mãos procuravam a cabecinha insinuante do dele.
Preparamo-nos assim: num beijo longo, quente e ininterrupto e com estímulos das nossas mãos. Ficamos quentes! Ele duro e eu encharcada.
Virei-o de barriga para cima e desci por ele abaixo até a minha boca se encontrar com o seu pau. Lambi-lhe primeiro as bolas, vagarosamente. Lambi-o depois desde as bolas até à cabecinha redondinha do seu sexo. Abocanhei-o depois, escorrendo de saliva, de gula! Chupei-o até o sentir no auge da sua dureza. Já com as veias dilatadas e pulsantes. Aí parei. Tirei a minha diminuta camisa de dormir de seda, expondo-me a ele, que me olha e admira como se fossem todos os dias a primeira vez que me vê assim, nua.
Subi até ao seu colo e sentei-me sobre ele, encaixando o seu sexo no meu. Enterrei-me toda nele, devagar a início. Cavalguei-o ritmadamente, variando o ritmo e modo de penetração. Rodando e serpenteando o meu corpo sobre o dele, para obtermos variadas sensações. Ele entregou-se a este meu trabalho por um bocado, fechado os olhos e usufruindo das sensações que lhe causava esta minha brincadeira.
Mas pouco depois agarra-se às minhas nádegas e, comigo por cima dele, fode-me com força!
Mudamos de posição, para a canzana. Que sabem bem que ADORO!
Agarrou-se aos meus quadris e penetrou-me de uma vez só, fundo e forte. A iminência do orgasmo levou-o a bater com força contra o meu corpo e o quarto encheu-se de ruídos: da cama, dos nossos corpos a bater um no outro, dos meus rugidos de prazer, dos sons dos meus sucos a crescer e por fim do seu gemido controlado de prazer, quando me inundou com o seu leite quente.
Não tardamos a adormecer, estafados, esgotados e deliciados! ;)

terça-feira, julho 31, 2007


¿Correr ou Fazer Amor?


Sem sombra de dúvida que o exercício físico é excelente para a saúde.

Para os indecisos na escolha, aqui lhes deixo 7 boas razões que os ajudarão a optar, quando se lhes deparar a questão, “Correr ou Fazer amor?”.


1.- Quando corres, normalmente vais sozinho. Se vais com alguém acabas por querer correr mais rápido que o outro.
A fazer amor não, procuras chegar à meta ao mesmo tempo.
Portanto, fazer amor “fomenta o trabalho em equipa e previne o egoísmo".

2.- Para correr tens de comprar um equipamento adequado que normalmente custa caro.
Para fazer amor basta tirares a roupa que trazes vestida.
Como vês, fazer amor “fomenta a poupança e diminui o consumismo".

3.- Para correr tens que levantar-te da cama.
Para fazer amor é ao contrário.
Todos sabemos que na cama se está melhor que em qualquer outro sítio.
Portanto, fazendo amor “fazemos exercício onde melhor se está".

4.- Correr exige um grande esforço e dá pouco prazer.
Fazer amor dá um enorme prazer e o esforço é mínimo.
Assim, fazendo amor, descobrimos como “rentabilizar ao máximo com o mínimo esforço"

5.- Depois de correr acabas esgotado e com dores nos joelhos e nas pernas.
Ao contrário, depois de fazer amor, tens um sorriso de orelha a orelha.
Fica claro que, fazendo amor, “descobrimos a alegría de viver"

6.- Se te convidam para correr, quase nunca vais.
Agora se te convidam para fazer amor...
Ui, até voas…..
Está claro… fazer amor “aumenta a pontualidade".

7.- Outra razão muito importante é que depois de uma corrida não te apetece repeti-la.
Mas, depois de fazer amor, apetece-te repetir…
¿Ou não?
Assim, fazendo amor, consegue-se “verdadeiro interesse por aquilo que se faz e fomenta-se o valor da perseverança".

POR ISSO, NÃO SE QUEIXEM DA FALTA DE TEMPO PARA EXERCÍCIO FÍSICO!

Toca a ¡FAZER AMOR!!! ¡CAMBADA!!!

sábado, julho 21, 2007

Sinto-te a penetrar-me devagar (hoje estou especialmente apertada, apesar de bem lubrificada) com movimentos suaves para não me magoares, e aproximas a tua boca do meu ouvido. Beijas-me o lóbulo da orelha e sussurras-me:
- Deixa estar assim, Amor...

- Assim? Assim como, nino?

- Assim, quietinhos.

Os minutos que se seguem são de uma intensidade inigualável. A tua carne dentro da minha, a pulsar, intensificando o prazer que sinto só de o ter "lá", todo, completo, meu... Hummmm... SIIIM!

A média luz do nosso quarto permite-me ver-nos reflectidos no espelho e sinto como se o mundo e o tempo tivessem parado por instantes.

Os nossos corpos estão colados um ao outro com o teu abraço que me cobre o peito túrgido e excitado. Sinto-te realmente fundido em mim e estou quase a vir-me e nem sequer nos mexemos.

É desesperante sentir-te assim, mas não to digo, pois também quero saborear a intensidade da experiência e testar a nossa capacidade para nos aguentarmos.

O teu cheiro inebria-me.

O teu calor abrasa-me.

Os minutos passam e nós somos um só. Cada vez mais, um só!

Ui...

Venho-me sem querer e tu, apercebendo-te que me rendi, movimentas as ancas para permitir o vaivém dos nossos sexos e a troca de fluídos resultantes do nosso prazer.

Gemes fantasticamente no momento em que jorras dentro de mim e eu uno um novo orgasmo ao que acabara de ter, numa manifestação desesperada de sensações, que me deixou numa "petit-mort" avassaladora. Creio que nunca conseguirei descrever, com palavras, o abandono da alma que sinto neste instante. O meu espírito flui e eu sinto-me leve, solta, feliz.

Só os teus braços e o teu beijo me me fazem regressar à realidade do nosso quarto.

- Boa noite, Amor.

-Boa noite, dorme bem, meu querido!


E foi mesmo uma boa noite.

quarta-feira, julho 18, 2007

que....??????



Hoje sabíamos que teríamos oportunidade para uma queca a meio da tarde! Daquelas em que estamos bem despertos, sem excesso de cansaço no corpo, sem a preocupação de ter que ir deitar porque já sobram poucas horas de sono até o começar de um novo dia…
Sabíamos que, se o leãozinho adormecesse, estaríamos juntos em casa, cedinho, à vontade para nos expandirmos!
À hora de saída recebi uma mms do meu Leão a convidar-me a vir para casa depressa! E como ele estava bem na foto! Duro, erecto, lindo! Vim a correr, já a sentir a ansiedade a manifestar-se em forma de sucos vaginais.
Cheguei e perguntei imediatamente:
-Há quanto tempo dorme?
- Desde as 15.30h, respondeu-me.
- Então anda! Temos pouco tempo!
A roupa foi ficando por aqui e por ali à medida que avançamos pelo corredor até ao quarto. A urgência de satisfazer o tesão armazenado durante a tarde aumentava!
À medida que o beijava contava-lhe a conversa que tive com uma e-amiga, que me confessou uma certa vontade de se encontrar entre nós dois! Claro que estas conversas estimularam ainda mais a libido que já estava alta! Beijou-me e abraçou-me intensamente, enquanto os seus dedos procuravam averiguar o meu ponto de excitação: Rebuçado! Ponto rebuçado!
Deixou-me debruçar-me e inclinar-me para ele, de modo a o abocanhar e lamber o seu pau já duro há alguns instantes. Mas não me deu muito tempo…
Baixou-se para tirar debaixo da cama uma faixa de cetim, que depois apercebi-me ser de uma saia minha, e com ela vendou-me. Conheço bem o meu homem! Sabia que me reservava alguma surpresa boa! Comecei logo a magicar: gelo? Morangos com chantili? As bolinhas vaginais?
Começou por verter um líquido sobre o meu clítoris e lábios. Em seguida saboreou-o.
“Põe a língua de fora…” Assim o fiz, para saborear o lubrificante com a sabor a frutos do bosque, que ele me dava a provar.
Beijou-me novamente. Envolvemo-nos naquele beijo aromático e frutado, até que comecei a sentir algo estranho a procurar a entrada da minha ratinha.
Sorri enquanto pensava “Ele teve o trabalho de trazer o vibrador anal para cá!”, lembrando-me de um vibrador mais pequeno, com o propósito de estimular o ânus, que ele comprou já há algum tempo.
Penetrou-me devagar com o instrumento, rodando-o, para que o sentisse em cada milímetro de pele. Ligou-o, pondo-o a vibrar. Quando começou a variar o ritmo de vibração, comecei-me a questionar… O nosso vibradorzinho anal só tem uma vibração! Senti algo diferente tocar-me o clítoris. Não eram nem os dedos, nem a língua, nem o sexo do meu Leão… e começou pouco depois a vibrar também.
Entreguei-me àquelas sensações! Os meus lábios vaginais estavam inchados e encharcados… Com o interior da minha ratinha a ser estimulado (e de que maneira!), o meu clítoris a receber tratamento personalizado… Vim-me num ápice! Ele beijou-me enquanto me penetrava com este novo habitante da minha mesinha de cabeceira!
Não aguentei mais! Retirei a venda e pedi-lhe que me fodesse! Procurei sobre a cama o instrumento que ainda vibrava, apanhei-o, mas já nem o olhei… O meu homem penetrava-me com gana, e naquele momento pode libertar a tensão que acumulara até aí! Ver-me ali prostrada, deliciada, encharcada, com os biquinhos das mamas túrgidos de prazer, a agarrá-los entre os dedos e a contorcer-me… Ele estava com uma pau fantástico!
Fodeu-me num ritmo rápido! Ele sabia que eu já estava satisfeitinha e que não precisava de muito mais estimulo! Ainda assim, o seu sexo a tocar o topo da minha vagina, com força e ritmo, levou-me a mais um orgasmo, que me levou a agarrá-lo e apertá-lo contra mim! Sentindo o seu aroma, a maciez da sua pele, a tensão dos seus músculos.
Ficamos durante um pouco a olharmo-nos… Com um sorriso maroto nos lábios…
“És um taradão! Amo-te muito!” disse-lhe.
Depois disso, ainda estivemos a estudar as funcionalidades do nosso novo amigo…
E o Leãozinho só acordou quase uma hora depois… Que rica criança! :D

sexta-feira, julho 13, 2007

A Trinity que me perdoe o abuso, mas este comentário que ela colocou no post anterior, tinha que aparecer aqui em DESTAQUE:
"Isto está tudo muito bem feito. Sendo o objectivo de cada ser reproduzir-se para continuar a sua espécie, é importante que o sexo seja bom e que toque a todos. Fomos feitos para foder, peço imensa deculpa, mas é isso mesmo, tanto faz o doutoramento em Química Orgânica, tocar piano, pensamentos elevados... Fomos feitos para foder e, por muitos anos de evolução que passem por nós, isso não vai mudar! Sejam naturais, fodam! "

Eu acrescento: MUITO!!! :-)

E, para ilustrar esta mensagem, nada melhor que esta carta, que é suficientemente clara e esclarecedora (cliquem na imagem para a ampliar):

Tenham um bom fim-de-semana e fodam muito... Afinal foi divulgado há dias que a taxa de natalidade é muito pequena e que, em 2050, se a taxa de natalidade continuar a descer, seremos menos 3 milhões de habitantes em Portugal. Por isso: fornicai e procriai. Pelo bem do nosso país!!!

quinta-feira, julho 12, 2007

O que vês na foto?


Hahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Esta foto está muito boa! Será que fizeram a ponta do pão propositadamente com esta forma, ou terá sido pura coincidência?
O que é certo é que esta é uma de milhares de imagens que vemos diariamente na televisão, em outdoors, em revistas, que utilizam conotações sexuais!
O sexo vende!!! Sem dúvida nenhuma! É impossível não olhar duas vezes para a imagem acima, ou para imagens do género. E isso faz com que as pessoas retenham a marca e a sua imagem!
E porque será que o sexo vende??
PORQUE É BOM!!!!!!!!!!!!!!!
Toda a gente gosta! Menos ou mais, agressivo ou pacífico, com algemas ou com a parte de cima do pijama vestida... Cada um à sua maneira, e consoante a sua necessidade. Mas toda a gente gosta! Eu gosto!!! MUITO!!!

O QUE EU ME DIVERTI A FAZER ESTE POST!!!

Conhecem esta ilustre Senhor aqui em cima? Não?
Olhem que conhecem... Senão confiram AQUI.
Espero que ele não se importe por lhe "roubar" a foto, mas está delicioso. Não resisti!

(Cliquem nas imagens, para ampliar!)
E estes dois aqui em cima, imaginam quem são? Não? Pois... somos nós, Felina e Felino, sem máscaras!!! Bem, o Felino tem óculos de sol, porque não quer ser reconhecido, mas também lhe dão pinta, não dão?
Já eu, que nada costumo pôr no cabelo, tenho ali um belo laçarote que mais parece roubado à minha filha.
Ficamos bem janotas, não ficamos?
Juro que tentei despir os bonecos e pô-los a fazer amor, mas não consegui... :-) Mas deu para brincar um pouco!
Desafio o Leão e a Leoa a criarem os seu próprios avatares SIMPSON. Depois, os 4, desafiamos o Matt Groening a desenvolver uma série marota com as personagens por nós criadas... Ah, que belos serões proporcionariamos aos telespectadores da FOX... Hummm... Até me excito só de pensar!!!
:-)
Tenham um bom dia. Eu vou sair para ir trabalhar. Beijinhos!

terça-feira, julho 10, 2007

A libido da Leoa


Tenho duvidado da minha libido. Será que sou realmente um ser sexual? Será que tenho verdadeiro perfil para contribuir para um blog de conteúdo erótico? Não me quero comparar à Felina, pois somos mulheres muito diferentes, mas é certo que para se escrever num blog como omeupontog há que ter uma vida sexual activa e uma libido bem apurada! A Felina tem isso! Sem sombra de dúvida! Eu…
Normalmente sou assim: tesuda, tomo a iniciativa, deleito-me com as sensações… Mas a minha motivação para o sexo é facilmente influenciada.
Neste momento passo por algumas situações na minha vida pessoal que me têm preocupado. E parece-me que a minha motivação para o sexo é perturbada por isso! Todos os dias o Leão me procura! E parece que se apercebe… porque não me força, não se chateia ao perceber que não me apetece… Mas eu conheço bem o meu Leão. Sei que o sexo para ele é imprescindível. É o seu modo de exorcizar demónios! E que se esta minha má onda dura muito, ele começa a ficar frustrado…
Atenção! Não pensem vocês que o covil dos Leões tem sido um sossego! Não!!! Há sempre actividade! Se não for todos os dias, é dia sim, dia não! Mas a minha entrega não tem sido total e incondicional como normalmente é…
Com isto quero apenas compreender se sou eu o ser estranho, ou se somos todos assim. Será que o nosso sexo reflecte o nosso estado de espírito? Será que o sexo é bom quando estamos bem? Selvagem quando estamos zangados? Menos bom quando não estamos tão bem? (Sim, menos bom e não mau… Porque o meu Leão esforça-se sempre MUITO por me dar pelo menos um orgasmo!)
Leão: desculpa-me! Sabes que te amo! E adoro fazer amor contigo! És o meu deus do sexo! És o meu guia para o nirvana! Dedicas-te ao meu orgasmo com um empenho admirável e AMO-TE MUITO por isso e por muito mais! Sabes que vou voltar ao meu normal, breve, breve! Não sabes?

sexta-feira, julho 06, 2007


Imaginem o homem deitado na cama, com o quarto iluminado com uma luz muito ténue. A mulher sai da casa de banho quase nua, apenas vestida com um colar de pérolas que lhe baloiça por entre os seios, dançando ao ritmo dos movimentos que as suas ancas fazem ao caminhar.
O homem olha a mulher e só lhe vê a nudez. Nem repara no pormenor do colar.
A mulher aproxima-se e dá-lhe um beijo quase a fugir, contornando, em seguida, a cama, sempre com passos lentos. A mulher não deixa de fixar o olhar do homem, que começa a imaginar o que terá ela em mente.
O olhar dela desafia-o, enquanto se coloca aos pés da cama e arrasta o corpo até ele. Gatinha por cima do lençol que o cobre e, com os dentes, puxa-o para trás, com um movimento que ele nunca lhe vira antes.
Ela ri-se! Dá uma gargalhada, enquanto ele lhe admira o corpo nu. Ela já não é perfeita, mas é tão bela. No corpo tem marcas da gravidez que lhes deu os dois filhos. E há marcas que são para sempre. Mas ela é mais bela do que isso. Ele ama-a mais assim!
Ela adivinha-lhe o pensamento e vai em direcção a ele, desta vez para se lhe colocar por cima e, com as suas mãos, prender-lhe os pulsos na almofada, controlando-o, enquanto o beija como se o mundo fosse acabar. Ele corresponde, arfando e devorando-lhe a boca que se lhe oferece. Ela ama-o! Ele ama-a! E como isso se nota neles...
A mulher volta a deslizar sobre o corpo dele, arrastando o colar de pérolas sobre a pele, que se arrepia à sua passagem. Ela ri-se porque o efeito desejado era esse mesmo.
Hummmmm... que bom!
Aninhada entre as suas coxas, despe-lhe as boxers, enquanto ele se ajeita, pensando que iria ser presenteado com um simples broche. Mas na cabeça dela, as ideias fervilham...
Tira suavemente o colar do pescoço e percorre a sua própria pele com as bolinhas brilhantes que a fazem sentir uma Deusa. As curvas do seu corpo são generosas, mas ela sente-se bem assim, naquela pele que transborda luxúria e sensualidade.
Está calor no quarto deles e, apesar da porta que dá para o terraço estar entreaberta, com a cortina a esvoaçar, sente-se um calor abrasador naquela cama.
Os dedos dela entrelaçam-se todos por entre o colar, a boca aproxima-se da glande do pénis duro que brilha a seus olhos e, contudo, ela não lhe toca. Subitamente as mãos dela envoltas pelo colar rodeiam-no, fazendo-o estremecer. É boa a sensação. E é uma sensação nova.
Enquanto os movimentos ascendentes e descendentes se sucedem, a boca dela desinibe-se e procura-lhe a glande. Beija-o levemente no início, mas logo o engole com firmeza, fazendo-o navegar num prazer indescritível. É tão bom!
Os cabelos soltos da mulher parecem uma cascata sobre as suas costas e ombros. Ele, com ambas as mãos, prende-os delicadamente para melhor visualizar o seu pénis a ser acariciado por ela. E como é tão boa aquela visão conjugada com o prazer que está a sentir, as lambidelas firmes, os lábios apertados por todas a sua extensão de pele, a língua marota e irrequieta, a saliva quente... Hummmmm.... “Continua, Amor!”, diz-lhe ele, incentivando-a a continuar. E foram longos e cheios de êxtase, os minutos daquela dança especial. Hummmmm....
Veio-se na boca dela, enquanto ela o acolheu na sua boca, sem pressa, lambendo-o todo, olhos nos olhos, entre sorrisos cúmplices.
As mãos dela percorrem-lhe as pernas e sobem para o peito que transpira de tesão. Lambe a última gota do prazer dele e olha como ele se rendeu ao prazer, deixando cair a cabeça sobre a almofada, estafado e feliz.
O dia foi extenuante para ele, ela sabe-o. Pega no colar e coloca-o ao lado da almofada.
Deita-se ao lado dele e adormecem alguns minutos depois, de pés entrelaçados e ela anseia pela madrugada em que será a vez de ele a compensar.
Ah... e de que maneira o vai ele fazer! Ela que se prepare!

terça-feira, julho 03, 2007

Durante a semana, o meu duche matinal quase nunca coincide com o do Felino, pelo que, quando isso acontece, é sempre um acontecimento.
Hoje foi um desses dias, em que, quando deslizei para debaixo do jacto de água quente, os braços dele me acolheram, num abraço envolvente.
Eu não tinha muito tempo, apenas alguns minutos, suficientes para me deixar a pele limpa, pois a correria matinal não me permite banhos longos (e o ambiente agradece!). No entanto, o corpo dele já quente do duche e o cheiro de homem bom lavado quase me fez perder as horas.
Consegui escapar “à queca certa” porque estava a ficar atrasada, mas ficou a ideia no ar: depois de me ensaboar com a esponja, rodeei-o com uma das minhas pernas e deslizei pelo corpo dele, como uma serpente. “E uma massagem tailandesa, com os nossos corpos nus e bem untados, que tal, amor?”, sussurrei-lhe ao ouvido, enquanto as minhas mamas lhe roçavam o peito, provocando-o.
Os olhos dele iluminaram-se e um largo sorriso fez-me constatar que a ideia lhe agradou.
- “Hmmmm...” foi apenas o que lhe saiu da boca, pois, de imediato, beijou-me profundamente, desejando terminar o que pensava que estava a começar.
- “Agora não, nininho. Não tenho tempo. Eu preciso de tempo para te comer como mereces.”
Ele ainda ficou no duche, enquanto eu me sequei, pus creme e me vesti, para, de seguida, sair de casa a correr, com os miúdos atrás de mim, felizes e contentes.
Passei todo o dia a latejar de tesão e desejo pelo momento não concretizado. Mas daqui a pouco quando o apanhar.... Ai Felino. Tu prepara-te!
Miauuu....

terça-feira, junho 26, 2007

Surpresa...


Estou a frequentar um curso de formação profissional, em horário pós laboral… Significa que o Leão está agora na qualidade de “fada do lar”. Consigo ir a casa jantar, porque o local de formação é pertinho de casa, mas não consigo fazer jantar, dar jantar ao Leãozinho, etc…
Ontem, durante a ½ hora que tenho para jantar, estive a contar ao meu homem algumas conversas com e-amigos. Fiz-lhe entender que tanta conversa sobre o que fazemos durante o dia para nos mantermos “quentes” até à hora de deitar, me tinha mantido a escaldar… Mas ½ hora para jantar, só dá mesmo para jantar. Voltei para a formação, insaciada…
Porém, quando voltei, deparei-me com uma pequena surpresa do meu Leão. Assim que abri a porta da rua apercebi-me do aroma a gel de banho e perfume. “Estiveste-te a lavar e perfumar para mim, mor?” perguntei-lhe quando o encontrei nuzinho na sala, perfumado e com a barbinha feita… Ele respondeu-me sem palavras… apenas com um enorme sorriso malicioso. Enquanto fui à casa de banho, ele acendeu velas, serviu duas flutes com espumante, desligou a tv e a luz e pôs a tocar um cd com baladas da Maria Betânia. Qual a mulher que não fica de cueca encharcada só com esta preparação toda?
Apresentei-me a ele totalmente nua, tal como ele se havia apresentado a mim. Sentei-me nas grandes almofadas estrategicamente colocadas no chão e aceitei o espumante. Bebemos devagar, saboreando um after-eight e trocando beijos, carícias e meiguices. Nem sei quantas vezes me perguntou se sabia que era linda… O meu homem ontem estava realmente romântico.
Com a boca fria do espumante, beijou-me o pescoço, descendo pelas mamas, barriga e virilhas. Antes de me dar o que eu ansiava, deu novo gole no espumante, refrescando uma vez mais a sua carnuda boca. Só depois me beijou com a língua o clítoris, com a boca fresca, provocando-me um agradável arrepio. Não se apressou ao dar-me estes mimos. Dedicou-se em sentir-me vir-me na sua boca. Penetrou-me com os dedos enquanto me lambia. E quando sentiu a minha rata a inundar com os seus sucos, deu-me a provar o meu sabor. Eu deliciei-me a lamber-lhe os dedos e logo o convidei a montar-me. “Dá-me pila, mor. Dá-me pila!!!” Quando chego a este nível de excitação, já só quero é senti-lo dentro de mim, penetrando-me com força, complementando-me! Subiu para cima de mim, elevando-me os pés sobre os seus ombros e começou a foder-me. Primeiro devagar… e depois acelerando o ritmo, até perceber que eu estava novamente a abeirar o orgasmo. Aí empenhou-se numa cavalgada sobre o meu corpo, levando-me mais uma vez ao céu! Depois de me restabelecer dos tremores que este orgasmo me havia dado, subimos para cima do sofá, onde me coloquei de quatro. A minha favorita! Agarrou-se às minhas ancas e começou a sua dança de cintura. Penetrou-me com força, pois a minha rata estava alagada e pronta para o receber. O seu pau a roçar nos lábios inchados da minha coninha era o suficiente para me arrepiar… para me elevar… para me manter encharcada! Cavalgou-me com força. Agarrando-me os cabelos fez-me levantar as mãos do sofá. Agarrou-me as mamas com a mão direita, enquanto a esquerda se mantinha puxando o cabelo. E fodia-me… Com força! Apercebi-me que ele se aproximava do orgasmo, pela rapidez com que me fodia, pela dureza do seu pau, pela ansiedade que sentia na sua respiração. Concentrei-me na fricção do seu pau na minha rata e nas pancadas do seu pau no meu interior e entreguei-me ao terceiro orgasmo… Senti todas as forças a abandonar o meu corpo… Os mamilos a enrijecer… Um arrepio a percorrer-me a pele… E os sucos dele a escorre-me pelas pernas.
“Estivemos mais de uma hora nisto!” disse eu, ao olhar o relógio!
É tão bom quando nos amamos assim. Apaixonadamente. Sem olhar a pressas. Completamente entregues ao prazer de nos sentirmos mutuamente!
Ainda acabamos a garrafa de espumante enquanto nos rimos e conversamos sobre a queca… Adoro rir das expressões que faz quando se vem! Assim como ele gosta de gozar dos guinchinhos que dou quando estou no auge! Hi hi hi hi

terça-feira, junho 19, 2007

O que lês antes de dormir?


Comprei, a pedido do Leão, o livro “Passarinhos” da Anais Nin. Ainda não lhe havia pegado, pois tinha outro livro na mesinha de cabeceira Terminado o livro, dediquei-me a ”Os passarinhos”. Li dois contos de uma vez. E devo confessar que o conto “Mulher das dunas”, que junta dois perfeitos desconhecidos numa união sexual nas dunas de uma praia, me deixou em alvoroço… Estava no fim do conto, e já me contorcia e apertava as nádegas e coxas, sentindo a minha ratinha a iniciar a produção de sucos, quando o Leão chegou à cama. Assim que se meteu debaixo dos lençóis, não estive com meias medidas: “Mor, faz-me um minete!” disse-lhe eu com mimo na voz… Claro que desatamos à gargalhada, e foi ainda a rir, que ele levantou os lençóis e desceu até à minha já húmida e palpitante rata.
Provocou-me. Sabia que eu já ansiava pelo toque dos seus lábios e da sua gulosa língua. E por isso, antes de se dirigir à minha racha molhadinha, lambeu-me as virilhas, os lábios. Contornou toda a entrada, prolongando a minha ansiedade, até me dar aquela lambidela larga, lenta e molhada desde o meu ânus até ao meu clis… Agarrou-se ao clítoris com os lábios e chupou-o, lambeu-o e levou-me rapidamente ao céu. Os dois dedos estimulando o topo da minha coninha ajudaram… Quando regressei do espaço celeste ofereci-lhe o mesmo prazer que ele me havia propiciado. Mantive-o de joelhos na cama e deitei-me de barriga para baixo para me deliciar com o seu sexo. Lambi-o das bolas à glande, devagar com a língua encharcada em saliva, tal era o meu apetite e desejo pelo seu sabor. Estimulei-lhe a glande insinuante com a língua e, por fim, abocanhei-o todo e mamei aquele pau cujos aromas me deliciam… Senti-o a endurecer mais na minha boca enquanto dançava em vaivém, mantendo sempre a minha língua em contacto com a sua cabecinha… Quando ao fim de uns momentos o senti pulsar na minha boca, parei. Não queria que as coisas ficassem por ali… Mantive-o naquela posição: de joelhos na cama e com as mãos apoiadas atrás de si, inclinado para trás. Subi para cima do meu garanhão e encaixei-me nele. Cavalguei-o. Primeiro devagar… Depois acelerando o ritmo… Impondo o ritmo daquela dança e a intensidade do meu prazer. Cavalguei-o até começar a perder o controle… Quando atinjo determinado ponto de excitação perco o controle… Deixo de conseguir manter o ritmo. Enlouqueço! Agarrei-me ao seu pescoço e atirei-me para trás, arrastando-o comigo, sem nunca nos desencaixarmos. Passamos por várias variantes da posição de missionário. Adoro ser comida à canzana, mas naquele momento a minha vontade era tanta que só o queria “comer”… Beijá-lo e lambê-lo intensamente na boca, no pescoço, nas orelhas… Sorver todos os seus sabores. Agarrá-lo com os braços, com as pernas… Oferecer-me totalmente a ele! Fundir-me nele!
Ele agarrou-se a mim com força, enfiando a cara nos meus cabelos, inalando os meus aromas enquanto me fodia com força… Nem sei quantas vezes me vim, tal a intensidade da foda que demos.
Colocou-me as pernas sobre os seus ombros para me agarrar as ancas e ver as minhas mamas excitadas a saltar. Estavam arrebitadinhas e túrgidas da excitação e ele gosta de as ver assim… Agarrou-me as ancas e ofereceu-se a um ritmo alucinante, anunciando o seu êxtase. O seu clímax. Quando me senti inundada pelos seus sucos ouvi-o a conter um urro, que se manifestou num gemido sonoro. Deixou-se cair sobre mim e assim ficamos durante uns largos momentos… Sentindo-nos relaxar… O batimento cardíaco a diminuir… Enquanto nos beijávamos, afagávamos e confessávamos nossos sentimentos uns aos outros.

sexta-feira, junho 15, 2007

Tive que dar banho aos meus filhotes de manhã pois transpiraram muito com o calor, durante a noite.
Enquanto a minha filhota dormia, dei banho ao nino que, logo após o banho, enquanto o limpava, se sai com esta deixa:
- Sabes, mamã, a minha pila é maior que a dos outros meninos, lá da escola. O J. tem uma pilinha muito pequenininha, sabes? As meninas até se riem dele...
Eu:
- Oh, filho... Se calhar o teu colega estava com frio e tinha a piloca encolhida...
O meu filho:
- A sério, mamã, a B. (a educadora) também diz que sim. Eu e o M. é que temos as pilas maiores. AhAhAh... (Riso de orgulho)
Eu:
- ... (incrédula com o que estava a ouvir)
O meu filho:
- Não achas que é bom ter a pilinha grande, mamã? Não dizes nada?
Eu:
- Digo, meu Amor. É muito bom ter a pila grande!
O meu filho (com um sorriso triunfante) :
- Pois é! Assim o meu chichi chega mais longe...
Bem, vocês nem imaginam a minha cara, nem as gargalhadas que dei, abraçada a ele!!!
Os miúdos são demais. E ainda só têm 5 anos! (Estou tramada!!!)
A isto se chama ORGULHO DE MÃE!!!
:-)

quarta-feira, junho 13, 2007

segunda-feira, junho 11, 2007


O Leão chamou-me para ao pé de si. Sabia que o seu cansaço não lhe permitiria aguardar muito mais por mim, que freneticamente tratava de roupas, arrumações e limpezas. Compreendi imediatamente o que lhe ia na mente, e por isso, antes de ir ter com ele, fui à casa de banho, refresquei-me, recordando-me que ele tinha feito a barba há pouquinho! Hummm… Comecei logo a imaginar os seus lábios e língua a percorrer as minhas zonas mais intimas! Saí da casa de banho nua e fui procurar um pequeno negligé amarelo torrado que ele me havia oferecido no meu aniversário. Sendo muito curtinho, justo e transparente não tapa parte nenhuma do meu corpo. Mas também não era essa a intenção! ;)
Fui ter com ele à sala, aproximei-me devagar, oferecendo aos seus olhos o meu corpo, cujas formas estavam salientadas pela minha petite roupinha!
Não estive com meias medidas. O modo como me apresentei à sua frente dizia tudo. Coloquei-me em frente à TV e deslizando o braço para trás desliguei-a. “Vamos para a caminha, mor?” Ele nem disse nada, aceitou a minha mão estendida para ele e acompanhou-me ao quarto. Lá, deitei-me sobre a cama, atirei para trás os braços e abri-me, oferecendo-me aos seus lábios. O meu Leão deslizou a língua pelas minhas virilhas… depois pelos meus grandes lábios… depois pelo meu clítoris… depois pela entrada do meu sexo. Deixou-me rapidamente húmida e ansiosa! Quando por fim os seus lábios se agarraram ao meu clítoris e os seus dedos escorregaram por mim adentro, buscando o meu ponto G, não consegui evitar uma contracção e um guinchinho! Encaixou-se tão bem em mim, prendendo a minha anca com os seus braços que me levou a uma sucessão de contracções, de movimentos de vai-vem em direcção à sua boca e àquele esguicho de prazer! Vim-me grandiosamente na sua boca! Pareceu-me ter perdido os sentidos por um breve instante! Abandonei o meu corpo e elevei-me no prazer obtido! Não consegui deixar de apertar e acariciar os meus mamilos, tentando prolongar aquele prazer.
“Fode-me! Fode-me mor!” pedi-lhe eu! Estava num estado de excitação muito intenso, e queria sentir dentro de mim o meu Leão! O seu pau estava já bem duro e eu encharcadinha, pelo que passamos logo à acção que eu pedira…
Assim que me começou a penetrar tive que lhe dizer “Ai mor! Que pila tão boa!” Parece cliché! Mas disse-lhe mesmo! E o sorriso que se esboçou no rosto dele e a pontada que senti no seu sexo, fez-me crer que ele ADOROU ouvir esta frase cliché!
Enquanto me fodia, num ritmo já acelerado, puxei a minha pequena e apertada camisinha de noite para baixo, de modo a expor as minhas mamas, que me pediam carícias. Fiquei com as mamas bem encaixadas sobre o tecido, encostadinhas uma à outra e fitando o Leão, que não conseguia tirar os olhos delas! E aquele olhar guloso, aquele “És tão boa!” escrito nos olhos dele, tirou-me do sério!
“Fode-me de 4 mor!!!” disse-lhe desencaixando-me dele e virando-lhe o rabinho. Ele penetrou-me rapidamente deslizando por mim adentro que me mantinha excitada e encharcada! Comeu-me com vigor, friccionando o meu ponto G com o seu pau, levando-me a uma segundo e incrível orgasmo, quando eu pensava que melhor que o primeiro já não seria com certeza possível! Viemo-nos quase ao mesmo tempo! Ainda estava eu a sentir os espasmos do orgasmo no meu corpo quando o senti a jorrar em mim o seu prazer!
Ficamos os dois encaixados um no outro por um momento e depois prostrados sobre a cama! Rimo-nos imenso com os diálogos desta queca, que na altura foram pronunciados com sentimento, sinceridade e tesão! Pensem o que quiserem! O que é certo é que expressar verbalmente o que nos vai na alma (ou noutro sitio qualquer!!!) durante o sexo, é para muitos, muito excitante!
Para vocês, é?
Beijinhos! Xuac!

sexta-feira, junho 08, 2007

Confiança

A verdadeira confiança num casal só existe quando o marido deixa a mulher aparar-lhe os pêlos púbicos com uma tesoura afiadíssima, deixando-lhos bem curtinhos, quase que depilados.

Não é, Felino? :-)

Mesmo com a tesoura na mão, tu estiveste relaxado, plenamente confiante. Amo-te mais por isso. E mais ainda, porque te posso lamber à vontade, com um prazer acrescido, pela quase ausência de pêlos.
Hummmmmm....

segunda-feira, junho 04, 2007

Sorriam!
É segunda-feira, são 07h16, mas está sol, já começou a época balnear, os dias estão mais longos e, tal como os bichinhos, apetece fazer amor a toda a hora...
Tive um fim-de-semana divinal. Já vo-lo conto, mas antes tenho que ir preparar os meus filhotes para a escola. Já volto aqui ao PC.

Miauuu...
UPDATE (08h45):
Sim, o dia hoje começou muito cedo, mas o fim-de-semana foi tão bom que colmata qualquer síndroma de segunda-feira que pudesse, eventualmente, sentir!

No sábado de manhã fomos, os 4, às compras porque teremos, muito em breve, um casamento e os miúdos não tinham roupa apropriada. Após 1 hora e apenas 3 lojas, já estávamos despachados, com roupinhas lindas e perfeitas para a ocasião.

Decidimos ir almoçar fora e fomos a um restaurante muito especial, aonde nos conhecem há anos e aonde nunca tínhamos levados as crianças. Foi a escolha perfeita, a comida estava deliciosa e o vinho branco que eu e o Felino bebemos ajudou a tornar a refeição muito agradável. Já não bebia tanto vinho há algum tempo, pelo que, como é normal em mim, em situações idênticas, a minha libido extravasou os meus poros e a minha sexualidade libertou-se ao ponto de o Felino o notar nos meus olhos, na minha boca e nos meus gestos. Mas no carro não podia avançar muito às 2 da tarde e os ninos acordados...

Mal chegamos a casa, o meu maridão começou logo a tratar de se arranjar porque iríamos ter uma despedida de solteiro que começaria à 4 da tarde. Ele ia ter com “os meninos” e eu com “as meninas”amigos/as do feliz casal cujo enlace matrimonial está para breve. E ainda tinha que levar os ninos a casa dos baby-sitters (um maravilhoso casal amigo, que nos ajudou imenso com a sua disponibilidade, apesar de terem um bebé pequeno! OBRIGADA!) Não tínhamos muito tempo, mas quando o vi despido, só de boxers, eu não resisti. Os miúdos tinham acabado de pôr o “Happy Feet” no DVD e estavam instalados confortavelmente a devorar as imagens, pelo que sabia que poderia dispor de algum tempo para... nós! Hummmmm...

Comecei por me esfregar nele, levantando o vestido e empinado o rabinho de forma a ele o ver ali disponível, o que resultou numa palmadinha imprevista, que me mostrou bem a vontade dele. Uau!
Continuei a deslizar o meu corpo pelo dele, roubando-lhe beijos enquanto ele se tentava vestir (no fundo, tudo era um jogo de sedução e de resistência, que ele tão bem sabe jogar!!!). Acabei por derrubar as barreiras dele, com um empurrão que o fez cair na cama e com a minha rapidez a tirar-lhe os boxers e a atirar-me ao pénis que já tinha arrebitado o suficiente para me encher a boca. Dediquei-me tanto a ele até que a minha boca ficou totalmente preenchida e me deliciei longamente a chupá-lo e lambê-lo. Que belas palpitações aconteceram naquele quarto nessa tarde, oh, oh!!!
Levantei o vestido e encaixei a minha ratinha bem por cima da cabeça dele, ansiando por um minete com o qual ele me brindou, caprichando até ao fim. Não me quis vir, tal como ele não se tinha vindo na minha boca. Partilhamos um beijo que foi também a partida do sabor dos nossos fluidos, de puro tesão! Desci as ancas, que ele acompanhou firmemente com as mãos, e cavalguei-o com uma pujança tão minha, com os pés apoiados na cama, encostados às coxas dele e com o pénis fantasticamente encaixado na minha ratinha que o devorava compassadamente. Ai que tesão me dá só de lembrar! É que foi tão bom, tão bom, que me vim imenso, sentindo-o a preencher-me por completo.
Com uma força vinda nem sei bem de onde, o Felino pegou-me com um braço e rodopiou sobre mim, para me penetrar com gula, olhando-me nos olhos, transmitindo-me aquele amor profundo que o liga a mim e me fez ligar a ele. Sentir aquele vaivém, aquela troca de fluidos deliciosa, aquele olhar e todo o amor que transpiramos, fez-nos vir em simultâneo. Eu gritei, confesso que gritei, porque foi demasiado bom! E ele tapou-me a boca, rindo-se desenfreadamente, ainda encaixado em mim. Com as minhas gargalhadas, acabamos por “sujar” os lençóis que ficaram a testemunhar o nosso acto de amor até à noite.
É verdade: a despedida de solteira foi óptima e assim foi a dos homens.

E isto foi só no sábado. Ainda falta o domingo!!!
Fica para amanhã, o relato...

sexta-feira, junho 01, 2007

Lie with me


Ontem o Leão convidou-me a sentar-me ao seu lado no sofá. Tinha colocado no leitor de dvd’s um filme: “Vem comigo” (ou Lie with me, na sua versão original). (Obrigada Felina, pela prenda! ;)) O filme não é propriamente inocente… E vi-nos retratados ali, porque tal como o casal protagonista, começamos a nossa relação sem intenção de compromisso, procurávamos apenas satisfazer o tesão que dávamos um ao outro. Quem diria que 9 anos depois ainda estaríamos juntos, já com um filho e vivendo muito felizes?
O que é certo é que, conhecendo-me bem e já tendo visto o filme, o Leão imaginou o efeito que teria sobre mim. Eu estava com uma curta e transparente camisa de dormir (Outra prenda da Felina!!!), sem cuequinha por baixo… O filme começa com a menina a masturbar-se no sofá, vendo um filme porno. E a mão do meu homem imediatamente deslizou pelas minhas coxas acima, determinado a ajudar o filme a excitar-me!
O filme cumpriu a sua função. Mas os dedos sábios que me afagavam contribuíram bastante mais!
A minha mão procurou sobre a roupa dele o seu sexo, que agarrei, afaguei e manejei com carinho até o sentir endurecer. Expu-lo aos meus olhos gulosos e assim melhor o pude trabalhar. Não tardei a passar a língua húmida pela cabecinha do seu sexo, e depois pelo seu comprimento, para logo depois o abocanhar todo. Com os olhos postos na queca a ser dada na TV chupei-o com calma, sorvendo cada aroma e saboreando a sua pele fresca e lavada. A certa altura, tive mesmo que virar costas à TV e ajoelhar-me à frente do Leão para melhor o satisfazer e o sentir.
Maravilhei-me a olhar a dureza do teu pau, reflectindo a ténue luz do candeeiro da sala na minha saliva. Tinha que o cavalgar. Mas fi-lo de modo a manter os olhos nas quentes cenas do filme! Virei-me de costas para ele, sentei-me no seu colinho e encaixei-me nele. Enterrei-me o mais que pude, querendo senti-lo todo dentro de mim. Enterrei-me e esfreguei-me, rodopiando as minhas ancas, encaixada nele, friccionando o seu pau em cada recanto da minha vagina. Agarrei as suas bolas encostando-as ao meu sexo. Vim-me quase imediatamente, pois já estava há um bocado a sentir a adrenalina a crescer dentro de mim. Já sentia há um bocado uma veiazinha a pulsar nos meus grandes lábios!
Cavalguei-o com vigor! Saltei enterrando-me nele. Os músculos das minhas pernas diziam-me que não aguentavam mais, mas o tesão manteve-os em pleno funcionamento. Quando me vim, parei para saborear os meus sucos que escorriam pelo seu sexo. Voltei a ajoelhar-me à sua frente e passei a língua por todo o seu comprimento, enquantos as minhas mãos massajavam as suas bolas quentes. Hummm…. Foi o único som que me saiu da boca preenchida! Sorvi cada gotinha de mim, e apercebendo-me da proximidade do seu orgasmo, convidei-o a comer-me mais uma vez. De quatro porque sei que me venho SEMPRE nesta posição!
Sem dó nem piedade (como eu gosto!!!) agarrou-se às minhas ancas, penetrou-me com força e fodeu-me energeticamente, levando-me ao previsto orgasmo e vindo-se em jorradas. Estremeceu de prazer, talvez por uma arrepio que lhe percorreu a espinha na altura da libertação da tensão sexual. E ficamos um bom pedaço assim, encaixados um no outro, sentindo a sua respiração no meu pescoço e ouvindo as suas palavras doces no meu ouvido enquanto me beijava as costas, as orelhas e o pescoço.
Até ao momento que adormeci não consegui tirar do rosto um sorriso parvinho que me provocaram os fantásticos orgasmos obtidos!
Ainda voltamos ao sofá para ver o final do filme, que ao contrário das minhas expectativas, até tem um final feliz!