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sábado, novembro 25, 2006


Amanhã, Domingo, dia 26, poderão ver-me no HERMAN SIC. Será, certamente, uma experiência inesquecível.

Na segunda-feira, dia 27, poderão conhecer-me pessoalmente às 18H30, na BERTRAND do PICOAS PLAZZA em Lisboa.

Torçam por mim. Conto com o vosso carinho!


Um beijinho doce da Felina, no regresso, contar-lhes-ei em primeira mão os promenores da viagem.


Miauuuu...

segunda-feira, novembro 20, 2006

Um grande obrigada!





Queridos/as amigos/as:

Um grande obrigada a todos vocês pelo carinho, amizade, respeito e (já cá faltava) muito tesão que têm partilhado comigo neste último ano. Este blog alcançou, graças a vocês, 200.000 visitantes, alguns muito fiéis que acompanham esta parte da nossa vida com cumplicidade, algo que só é possível entre pessoas que sabem estar na vida e têm uma atitude digna, sem esquecer o que de maravilhoso temos ao nosso dispor.

É graças a vocês que posso agora anunciar que o Livro O MEU PONTO G estará nas bancas já no próximo dia 22 (4ª feira) - o DIA G. Quando o comprarem gostaria muito que me dessem o vosso retorno, pelo que aguardarei os vossos comentários, pois são eles que completam este cantinho.

Mas ainda lhes reservo uma outra surpresa, que vos direi amanhã, pois ainda me falta confirmar.

Obrigada, mais uma vez, pelo vosso carinho e, sobretudo, pela paciência com que aguardaram pela minha imagem e voz. Desculpem-me a má qualidade da imagem, mas foi gravada com o telemóvel.

Um beijinho doce da Felina e um forte abraço do Felino.

Miauuuu

UPDATE (21/11/2006) - O MEU OUTRO LADO



Sei que a imagem está muito mal, mas o importante é que retenham a mensagem que é só para vocês!

Um beijinho doce da FELINA.

Miauuu...

Hmmmm...

2ª feira ainda não terminou...


Não lhes faltarei com a promesa de uma surpresa hoje, aqui no blog.

Problemas técnicos estão-me a impedir de o fazer, no entanto ainda faltam algumas horas para o dia terminar e acreditem que ainda hoje me vão ver e ouvir!

Obrigada por serem pacientes e um beijinho doce...

Miauuuu

domingo, novembro 19, 2006


Na próxima segunda feira tenho reservada para todos vocês uma surpresa muito especial!

Como certamente já se aperceberam tenho andado extermamente atarefada e estou em dívida para com os meus fiéis leitores, daí tenho uma novidade que lhes permitirá ouvir a minha voz, para além das minhas palavras escritas!!!

Como?

Ah... Segunda-feira logo verão!


Miauuuuu...

--
Felina

sexta-feira, novembro 10, 2006

1 ANO










Foi no dia 10/11/2005 que iniciei esta aventura - O MEU PONTO G – por isso estamos de parabéns, eu e o Felino.
Querem saber uma coisa? Já é tarde e vou festejar com ele!!! Amanhã, SIM AMANHÃ, saberão pormenores… Hmmmm….

- Amor, já abriste o champanhe? Espera-me que eu vou já!!! Estou só registar este momento….

Até já…




(Ah, toma lá uma fatia de bolo e vem buscar a tua taça de champanhe! Mas despacha-te, porque o Felino já se deitou e eu não quero perder a festa com ele! ;-)








sexta-feira, novembro 03, 2006

O MEU PONTO G em livro




Dentro de pouco tempo, nas livrarias, o meu livro estará à espreita de quem passar.

Piscar-lhes-á um olho e provocá-los-á com uma suave lambidela de lábios...

Hmmmm.....

A capa é atrevida conforme podem comprovar, o conteúdo sou eu, tal como me conhecem.

Nua e crua, como gostam.

Será editado pela Editorial Magnólia, que apostou em mim convidando-me para esta aventura que, sem falsos pretensiosismos, me deixa lisonjeada e feliz.

Os textos são os ideais para ler a dois, a sós, em grupo, o que quiserem. De acordo com os inúmeros emails que tenho recebido a descreverem o quão inspirador pode ser ler as aventuras as experiências que eu e o Felino vivemos e relatamos, acredito mesmo nisso, pois nós mesmos nos excitamos imenso relendo o que já fizemos.

O livro é o meu retrato, da Felina que se revela e conta com a ajuda do Felino para que tudo seja perfeito.

Eu gosto. Muito. Vocês também vão gostar!

Um beijo doce e Felino.

quinta-feira, novembro 02, 2006

Quis pôr-me perfeita para ti.

Tomei um longo banho de imersão, revigorante e perfumado, deixando-me a pele fresca e sedosa como sei que gostas. Vesti um babydoll de cetim, muito curtinho e esperei que chegasses faminto do meu corpo e sedento da minha boca.

Chegado a casa, largaste todo o teu material de trabalho no hall e subiste as escadas depressa mas com cuidado, entrando no nosso quarto arfando, encostando a porta atrás de ti, para não acordarmos as crianças. Vi no teu rosto a ânsia de me abraçar e ajoelhei-me na cama para responder ao abraço forte com que me prendeste nos teus braços, beijando-me com paixão.

Nesse momento deves ter-te apercebido que a TV estava ligada o que não era nada habitual. Eu tinha posto um dos DVDs safados que comprei na véspera do meu aniversário e estava a vê-lo descontraidamente enquanto te esperava.

Instintivamente, deslizaste uma das tuas mãos em direcção à minha ratinha, confirmando o tesão que me adivinhaste no olhar e na boca, que te voltou a devorar com um longo e suculento beijo apaixonado. Quando as nossas bocas se separaram, lambeste os teus dedos, provando o meu sabor.

- Hummm…. Estás deliciosa, minha gata…

Ajudei-te a despir e tu ajoelhaste-te à minha frente, contornando as minhas curvas com as mãos, o que me deixou mais excitada ainda.

Levantei-me, colocando a minha rata em frente à tua boca e não te fizeste rogado. Agarraste-me as nádegas com força, invadindo a minha intimidade com delicadeza, lambendo-me a pele excitada e pulsante, ansiando por se vir. Senti como a tua língua me lambia devagar e certeiramente, deixando-me as pernas bamboleantes e sem forças, quando explodi num orgasmo intenso, que te deixou a cara toda lambuzada e me fez ajoelhar à tua frente novamente. O meu corpo ainda estremecia e sentia a ratinha inchada e sensível, mas procurei-te o pau grande e tesudo que manipulei devagar, sentindo-o pulsar na minha mão.

Não me deixaste que te lambesse, que te fizesse um broche longo, apenas me permitindo uns beijinhos na glande e uma chupadela apertada, o suficiente para ficar com o teu sabor na boca.

Ajudaste-me a levantar da cama e puxaste-me para o chão. Encostaste-me à parede e beijaste-me a pele suavemente excitando-me os sentidos e fazendo-me empinar o rabinho para trás, desejando ser penetrada fortemente pelo teu mastro duro que me acariciava as nádegas.

Leste-me o pensamento e fizeste-me soltar um grito quando entraste em mim, de uma vez só, aproveitando o mel que tinhas feito jorrar de mim, com a tua boca. E fodeste-me apaixonadamente, beijando-me o pescoço e prendendo-me as mãos contra a parede, dominando-me por completo. Conseguíamos ver-nos reflectidos no espelho, as tuas ancas a investirem contra o meu rabinho e o teu pau a entrar e sair de mim, num vaivém excitante que nos fez vir aos dois quase em simultâneo, prolongando o meu orgasmo por minutos infinitos, quase me fazendo perder a noção espacio-temporal, tal o abandono que experimentei.

Quando te senti jorrar forte dentro da nossa ratinha, abraçaste-me carinhosamente e assim ficamos, de pé, olhando-nos ao espelho e vendo o lindo casal que formamos…

Ao sair de dentro de mim, Felino, os nossos fluidos escorreram pelas minhas pernas, obrigando-me a correr para a casa de banho.

Quando voltei para a cama tu estavas deitado com os braços abertos, acolhendo-me num abraço meigo que durou a noite toda…

Amo-te!!!

domingo, outubro 29, 2006



Sem segredo e sem vergonha.

Porque sei bem quem sou, o que quero, o que não quero e como quero.

Porque tenho um Homem que me apoia incondicionalmente porque me conhece e sabe que o respeito e amo de corpo e alma e que jamais o desrespeitaria, nem a ele, nem ao nosso amor.

Desde que esta foto (e outras) saíram na revista Sábado, em Agosto, muita gente me envia emails questionando-me acerca da veracidade da mesma, se de facto sou eu que nela se encontra retratada. Têm dúvidas? Será que depois de tanto que eu já escrevi, relatando as minhas vivências e desnudando-me de corpo e alma, ainda permanecem dúvidas?

Este é o meu corpo e o que lêem neste meu blog é o meu retrato, a Felina - mulher marota e apaixonada - que exterioriza e partilha o que sente e o que vive. Sou eu! O que aqui está, basta... é este o meu limite. Por favor, não me peçam fotos do meu rosto, porque esse faz parte do limite inultrapassável que impus para este espaço.

E, por favor, compreendam que eu não vivo só para o blog, amo este espaço, mas a vida real é prioritária, embora considere muito quem me lê e lamente imenso não poder responder às dezenas (por vezes várias dezenas) de emails que me endereçam diariamente. A todos um beijo doce, muito doce, felino e muito sentido!

A todos...

Miauuu.......

quarta-feira, outubro 18, 2006


Ao almoço disseste-me que parecia uma hippie. De facto estou apenas vestida com uma túnica rosa transparente e uma saia vermelha comprida…


De cabelo solto, reconheço que estou com um ar hippie, sim. Não tenho soutien, mas tenho cuequinha, pois veio-me o período esta noite, depois de fazermos amor, e considero-a fundamental, nestes dias.


Mas sabes que nada me arrefece os ânimos, Felino. Nada impede que o meu desejo por ti desperte, até com o simples facto de pensar em ti.


Logo, quando chegares, vou abraçar-te muito, absorver o teu cheiro e beijar-te a pele quente, meu Homem bom!


Mal tenhamos as crianças a dormir, vou beijar-te o corpo todo com beijos sôfregos, lambuzados e apaixonados, que te excitarão e te farão desejar mais…


Aí, vou chupar o teu pau, que crescerá na minha boca e manuseá-lo-ei de tal forma que vais querer que eu beba cada gota do leite com o qual me presentearás… E chuparei cada pedaço dessa carne só minha, apertá-la-ei nos meus lábios e senti-la-ei a palpitar dentro da minha boca, enquanto engulo o teu leitinho divinal.


Podes-me dizer que desejarias fazer amor comigo, mas eu hoje não faço questão disso. Sabes bem que a hemorragia do período não condiciona minimamente o sexo que fazemos, mas hoje quero dedicar-me a ti…


Deixa-me beber-te meu Amor!


Afinal, beber leitinho antes de dormir, não proporciona melhores noites de sono?


;-)




Sentia-me cansada e o Felino notou-o na minha expressão. Abraçou-me carinhosamente, dizendo:


- Não está na hora de a Leoa parar de trabalhar e recolher as garras de Pantera? Ah… sua grande Puma!


Naturalmente rebentamos os dois numa gargalhada enorme, que deixou as crianças estupefactas a olhar para nós. Ele tinha acabado de chegar a casa e notou o trabalho que eu tinha feito, inclusive mudar móveis no quarto dos miúdos, de forma a criar um espaço mais amplo para os joguinhos deles.


Esta brincadeira saída da boca do meu homem foi genial mesmo. Digamos que todo o cansaço se dissipou depois daquele momento de boa disposição.


Mais tarde, já os pequenotes estavam a dormir, depois de uma vodca-limão partilhada, enquanto víamos os emails da nossa caixa de correio, muitos deles atrevidos quanto bastasse para nos deixar com o ritmo cardíaco acelerado, fomo-nos deitar.


As noites já arrefeceram o suficiente para o nosso querido edredão de penas nos fazer companhia na cama, pelo que deslizamos para debaixo dele, rindo e beijando-nos muito, brincando com a nudez do outro…


Entre cócegas, beijinhos, lambidelas e mordidinhas suaves, o safado do Felino cresceu o suficiente para me apanhar desprevenida. De bruços com o rabo empinado, enquanto ele deslizava a língua pela minha pele ao fundo das costas, quando ele subiu para me beijar o pescoço, senti-o entrar em mim, numa estocada certeira e firme, que me fez contorcer de prazer.


Um dos seus braços continuava a abraçar-me enquanto me beijava o rosto, enquanto a outra mão me procurava o clítoris, deslizando pela minha barriga até encontrar o ponto exacto aonde os nossos sexos se uniam, numa fricção deliciosa que ele acompanhou com os seus dedos, molhando-os e fazendo-os tocar no meu botãozinho que já inchara de tesão e ansiava por um orgasmo.


Fundidos assim, continuou a penetrar-me com um tesão louco, que aumentou ainda mais o meu prazer. Senti que ele não pararia até me fazer vir, pelo que me concentrei naquela sensação maravilhosa, nos seus dedos tão conhecedores do meu corpo, na respiração dele no meu pescoço, no quanto o amo… Hmmmm…. E vim-me tanto, suave e deliciosamente, que todo o meu corpo estremeceu debaixo dele, sem que ele parasse de me dar prazer, até ao limite… Ele sabe como eu gosto que ele continue e prolongue ao máximo o meu orgasmo!


Com a ratinha inundada e o clítoris sensível, ele fez-me rodar para cima dele, cavalgando-o, olhando-o nos olhos e agradecendo-lhe com o olhar, o fabuloso orgasmo que acabara de me proporcionar. Ele apenas me sorriu. Fantástico!


Peguei-lhe nas mãos, prendendo-o debaixo de mim e com movimentos circulares fiz a minha rata atrevida devorá-lo continuadamente, até o ver quase a explodir, mas ele não se veio, contendo-se heroicamente, para se apoderar de mim de novo. Ajoelhou-se na cama e eu, deitada de costas, coloquei os meus pés em cima dos seus ombros. Ele penetrou-me fundo, vendo-me contorcer de prazer durante longos minutos em que a minha alma parecia ter saído do corpo, tal a leveza do meu espírito… E, mais uma vez, ele viu nos meus olhos o abandono vivido, durante um magnífico orgasmo que ele complementou, inundando-me com o seu leite, também!!! Que foda magnífica…


Os cheiros, o calor e o prazer que inundaram o nosso quarto criaram uma atmosfera única que nos acompanhou toda a noite, enquanto dormimos abraçados e apaixonados.


terça-feira, outubro 17, 2006

Dez da noite e os nininhos já estão a dormir profundamente. Encontro-me deitada a ler e o Felino está só a fazer uns downloads no computador, mas já me pediu para lhe aquecer a cama, pois vem já para o pé de mim.

- Hmmmm…. O teu lugar espera-te! Não demores!!! – Digo-lhe.

Vejo o monitor apagar e um Felino elegante encaminhar-se para a cama. Está só de boxers brancos, justinhos, o meu Deus. Abraça-me e inebria-me com o seu perfume que me desperta os sentidos, deixando-me solta e rendida nos seus braços.

Envolvemo-nos num abraço longo, num beijo sentido e, sem pressas, acariciamos o corpo um do outro. Os meus pelinhos estão a crescer (tenho seriamente que pensar numa depilação definitiva, se as finanças mo permitirem) e sinto-me meio incomodada por não estar completamente perfeita para ele, mas ele diz que gosta de mim de qualquer forma e prova-mo, fazendo-me um minete divinal.

Acaricia-me as virilhas com os dedos, enquanto passeia a língua por entre os meus lábios, suga-me o clítoris que acorda e me faz estremecer. Desliza a boca por toda a extensão da ratinha, incidindo no meu botãozinho e penetra-me com força, com a língua marota que tão bem sabe o que faz.

Entretanto as minhas mãos seguram a cabeça dele, afagando-lhe os cabelos e os ombros, enquanto baloiço as ancas de encontro àquela fonte de prazer. Fico muito excitada, a pulsar de desejo e ele, sentindo-o, monta o meu corpo devagar, procurando com o pau muito duro, o seu lugar dentro de mim.

Com suaves estocadas, vai-me penetrando, até a fusão ser completa e o prazer se apoderar de nós. Começa um vaivém delicioso que é complementado com um abraço terno e um beijo doce, que nos une deliciosamente e faz o tempo parar.

Trocamos de posição, subindo eu para cima dele, montando-o como uma amazona ansiosa, com o pau duro dentro de mim, preenchendo-me completamente e enchendo-me de prazer. Continuo fodendo-o com força, vejo-o corar e a sua expressão facial revelar a proximidade do culminar, do orgasmo.

Abrando o ritmo, ajudando-o a controlar-se e dou meia volta, sempre com ele dentro de mim. Já estive quase a vir-me mas também me controlei, queria estar com muita força para poder brincar com ele e sabia que, se me viesse, a energia reduzir-se-ia.

De costas para ele, com o rabinho empinado na sua direcção, bamboleio as ancas permitindo uma penetração muito intensa e exponho-lhe os nossos sexos unidos, mesmo diante dos olhos, posição que sei que ele adora, por ter visão panorâmica da nossa acção. Concentro-me nos nossos sexos e deixo-me cair para trás, devagar, sobre o peito dele, com os meus cabelos longos a acariciar-lhe a pele.

Apoio as mãos na cama e flicto as pernas, sempre num vaivém compassado que intensifica a fricção do pau dele na minha ratinha faminta. Ele segura-me as ancas e acompanha o meu movimento de vaivém que intensifico propositadamente quando o sinto a palpitar com mais força dentro de mim. Também o "agarro" com a ratinha, puxando-o mais para o meu interior e, inevitavelmente, ele vem-se desmesuradamente, com uma explosão deliciosa, que o faz contorcer-se debaixo do meu corpo!

Deixo-me cair devagar sobre ele, tendo o cuidado de os meus cabelos não o incomodarem e deslizo para o lado, vendo como ele relaxa finalmente com um lindo sorriso nos lábios.

- Não me vim, sabes? – Confidencio-lhe eu.

- Não me digas. – Diz-me ele, com pena. – Pensei que te tinhas vindo comigo…

- Estive quase, mas não faz mal. Estou tão bem que não preciso do orgasmo.

E é verdade. Tive tanto prazer, sinto-me tão bem que para mim o orgasmo foi desde o princípio ao fim. E tenho o leitinho dele dentro de mim, com o qual adormeço, encantada!
Hmmmm….


sábado, outubro 14, 2006

Em dia de limpeza geral à casa, agora que dispensei a empregada curiosa, eu e o Felino tivemos que meter mãos à obra. E a quatro (sim, porque os pimpolhinhos também ajudaram!) as tarefas foram sendo feitas sem problemas.

Reservamos para o final a lavagem da carpete da sala de estar, que o Felino levou para um dos terraços a fim de ser devidamente esticada e limpa.

As crianças entretiveram-se com os Legos, pista de comboios e lápis de cera com livros de colorir, para que nós estivéssemos à vontade. Pelo sim, pelo não, ainda lhes liguei a TV num canal de desenhos animados e por lá ficaram bem entretidos.

Estava um dia de sol fantástico e eu já previa que me iria molhar com a lavagem, pelo que me antecipei e decidi despir-me ficando apenas de chinelos, fio dental e uma velha t-shirt. Mal me olhou, o Felino percorreu com o olhar os terraços da vizinhança para se certificar que não tínhamos olhares curiosos apontados para nós. Não havia ninguém.

Ajoelhei-me na carpete, esfregando o detergente com a escova, de rabo empinado para o ar, enquanto o Felino ia buscar água e a espalhava convenientemente, para cobrir toda a superfície. Os salpicos refrescavam-me e arrepiavam-me, contrastando com o sol forte que me beijava a pele e ele ria-se vendo-me ficar cada vez mais molhada. Não trazia nada debaixo da t-shirt que ficou transparente, revelando os meus biquinhos. Ambos fingimos que nada se passava e continuamos a nossa tarefa. Disfarçadamente, contornava o meu corpo e lançava a água de forma a atingir-me ainda mais as pernas e o rabo, ao que eu apenas reagia sorrindo, mas era um jogo que me estava a excitar imenso. E ele sabia-o.

Pedi-lhe ajuda para levantar a carpete pesada e pô-la a escorrer no muro do terraço e, quando me levantei, os joelhos estavam muito vermelhos, tal a esfrega que tinham dado. Eu estava toda molhada e, embora vestida, estava nua. Também me sentia com vontade de atacar o Felino mesmo ali, mas as crianças podiam subir e preferi não arriscar. Ele também estava todo salpicado de espuma, pelo que, mal demos a lavagem por terminada, apenas nos beijamos loucamente debaixo daquele sol abrasador e eu comuniquei-lhe que iria tomar um banho.

Ele limpou-se e eu preparei-me para uma chuveirada rápida. Pensava eu!

Estava eu de pé, ao espelho, a dar uns retoques nas sobrancelhas, quando ele entra e me diz:

- As crianças estão tranquilas. Que tal se eu desestabilizar a mãe?

Nem lhe respondi. Encostamos a porta e impulsivamente me ajoelhei a seus pés, procurando-lhe o pau com as mãos para o enfiar na minha boca, para lhe dar um banho de língua.

Chupei-o um bom bocado, fazendo-o crescer na minha boca, lambendo-lhe as bolas fartas em seguida, para lhe percorrer o corpo todo, sem pudor, enquanto ele me agarrava pelos cabelos e me olhava com paixão, guiando-me para onde me queria sentir. Já em ebulição, fez-me levantar e beijou-me com amor, abraçando-me fortemente, fundindo os nossos corpos um no outro.

Sentou-me no tampo da sanita e ajoelhou-se a meus pés, dedicando-se às minhas mamocas com as mãos e dedos que me apertaram suavemente os mamilos excitados e fazendo-me um minete divinal com a boca sôfrega e gulosa, que me fez desesperar de prazer. Quando pressentiu que me ia vir, levantou-se e empinei o meu rabo para ele, encostando-me à parede, facilitando-lhe a entrada em mim.

Deu-me uma valente foda, que até me fez ver estrelas. Acompanhamos cada movimento pelo espelho do armário, que nos permitiu visualizar o amor mais puro e louco que conheço.

Com umas valentes estocadas, o som dos nossos sexos a denunciar a excitação e o desejo que sentíamos, viemo-nos quase em simultâneo, ficando eu com as pernas trémulas e a face muito corada. Mas ajoelhei-me para o chupar novamente e deliciar-me com o sabor dos nossos líquidos que, juntos, são um mel delicioso. E ele desesperou com isso, tão sensível estava.

Durante um longo beijo, ficamos abraçados, até a respiração regressar ao ritmo normal.

Mal vestimos os roupões, ouvimos nas escadas:

- "Papá, anda ver o que construímos…"

- "Oups" – pensamos nós – "mesmo a tempo!". E lá foi o Felino ver a obra de arte dos pequenos, enquanto eu me fui refrescar.

E fiquei a pensar em como é tão gratificante construir algo de bom todos os dias!!!

Amo-te, Felino!

quinta-feira, outubro 12, 2006

O Contrato

Deitei-me na cama, gelada. Encostei-me a ele, tão quentinho e retraiu-se com o frio da minha pele.

- Amor, calma lá… O que é que diz o contrato?

- Contrato? – Pergunta ele.

- Sim, Felino, o contrato que assinamos. Acho que diz algo sobre os deveres do casal… " Aquecê-la-ás quando ela se deitar ao teu lado cheia de frio, bem como ela te massajará o corpo todo quando vieres rebentado de jogar futebol". Creio que é algo assim, se não é isto exactamente, esta é a ideia… Vá lá, aquece a tua mulherzinha…

Nem preciso será dizer que nos desmanchamos a rir baixinho com ele abraçado fortemente a mim. Mas, como me sentia a tremer bastante, sugeriu que trocássemos de lugar, visto que o dele estava já bem aquecido. Beijei-o agradecendo-lhe e ele deslizou por cima de mim, para fazer a troca, mas permaneceu sobre o meu corpo o tempo suficiente para eu gostar da sensação e lhe pedir para assim ficar. Adoro quando os nossos corpos se encaixam desta forma tão completa, em que a sintonia se revela total e cada forma de um de nós se funde integralmente nos espaços do outro. E assim ficamos por largos minutos, originando não só o aquecimento da minha pele, como também o despertar de outros sentidos que, esses, nunca arrefecem. Afagava-lhe as costas, pressionando os seus pontos de maior tensão muscular, procurando relaxá-lo e dar-lhe os miminhos que merece.

Com os beijinhos que me dava carinhosamente no pescoço e o volume que lhe crescia nos boxers, a minha mente depressa ordenou às minhas ancas que se movessem sensualmente. E assim juntinhos, iniciamos um bailado delicioso que nos fez esquecer o cansaço.

Uma das suas mãos tratou de despir a roupa interior e com as pernas, abriu as minhas para se encaixar no meio delas.

- Isso é para me aquecer a parte interior das coxas, fofinho? - Pergunto-lhe, marota.

- E não só… – responde-me ele, beijando-me mais.

Fez-me sentir a dureza do pau que, inchado, me acariciava as cuequinhas, encontrando caminho ao desviá-las, para me penetrar muito devagar, enquanto o beijo que me dava, me deixava ansiosa e excitada. Balançou-se em cima de mim, o suficiente para o sentir todo dentro de mim, num vaivém compassado e lento, que me levou aos céus…

A fricção do pau na minha ratinha tornou-se cada vez mais intensa, os beijinhos na boca e no pescoço continuaram, as carícias no cabelo e por todo o meu corpo resultaram num abandono tal da minha alma que, quando me vim, o abracei forte e deixei fluir toda aquela tensão acumulada ao longo do dia, amando-o mais e mais e mais… Ele sentiu-me, sentiu com os meus sentidos se deixaram levar e sorriu o tempo todo, vivendo o meu prazer como o dele próprio. E continuou. Veio-se dentro de mim com tal força, que até o senti escorrer, de entre as minhas entranhas… E o nosso prazer fundiu-se, assim comos as nossas bocas que não se largaram um só instante, partilhando saliva e amor.

Não saiu de mim enquanto as minhas contracções duraram e saboreou o meu êxtase junto com o dele.

Deixou-se estar dentro de mim, esgotando os nossos orgasmos, mas o certo é que nada parou por aí. Apercebi-me que, embora se tivesse vindo com extrema abundância, o pau permanecia duro e grande dentro de mim. E o balançar das ancas tinha abrandado mas não terminado, tornando aquele latejar na minha rata, o factor decisivo para esta não o largar. Hmmmm.... Rodeei-lhe as costas com as pernas, tornando a penetração mais profunda e sincronizei os meus movimentos com os dele. Desta forma, o meu ponto G estava a ser directamente estimulado, a cada estocada sentia como um novo orgasmo se aproximava e não tardou muito a que todo o meu corpo sofresse novo abandono ao prazer total… Desta vez o orgasmo foi mais explosivo e ele não abrandou o ritmo, tornando-o interminável. Não conseguia controlar o meu corpo que se exaltou e ele não parou até me ver, de novo, explodir de prazer… Estava a ser demais, arrebatador como já não me acontecia há algum tempo pois, ainda nem tinha relaxado de um, já outro orgasmo me aquecia, me fazia vibrar e tremer sem controlo no meu corpo. Ele apercebeu-se disso e calou-me os gritos com um beijo e segurou-me os braços, fazendo-me libertar toda a luxúria do momento.

Aproveitando-se da minha ratinha palpitante, voltou a acelerar o vaivém dentro dela, maximizando a intensidade daquela foda maravilhosa e veio-se de novo, de forma inacreditável! Nem queria acreditar quando o senti inundar-me pela segunda vez, apertando-se contra mim e sussurrando-me ao ouvido palavras de amor quase imperceptíveis, mas doces para os meus ouvidos de mulher apaixonada.

Nem sei bem como adormecemos, a única coisa que sei é que a minha cuequinha voltou para o seu lugar, ficando toda melada e o abraço que demos foi maravilhoso.

É absolutamente fantástico fazer amor!!!
E, convenhamos, é bom que se cumpram todas as cláusulas dos contratos que se assumem, não é?
;-)
Miauuuu...

quarta-feira, outubro 11, 2006

Faz precisamente hoje dois meses que recebi um email do Nuno Pinto, jornalista da Revista Sábado a convidar-me para ser entrevistada para a sua revista, com o intuito de fazer um artigo sobre mulheres que, como eu, mantêm blogues na internet, aonde não se coíbem de escrever sobre as suas aventuras sexuais.
Após alguma hesitação inicial, após me ter sido garantida a salvaguarda da minha identidade e depois de ter a concordância do Felino, decidi avançar e acedi a ser entrevistada. O Jornalista portou-se exemplarmente, muito cordial e profissional, conseguiu criar em mim confiança suficiente para que lhe revelasse muito de mim, de forma a que o artigo fosse o retrato fiel de quem eu sou. Fiquei muito feliz com o resultado.
Quando, apenas alguns dias antes da saída da revista, ele me telefona para me convidar para ir a Lisboa tirar fotos para ilustrar a reportagem, ainda pensei em recusar, por recear demasiada exposição, mas o Felino apoiou-me imenso e acompanhou-me, o que tornou tudo muito mais fácil. O fotógrafo, Carlos Ramos, foi maravilhoso também (para não falar na maquilhadora, a qual foi objecto de um post meu, há algum tempo atrás..) deixando-me muito à vontade. As fotos ficaram bonitas, embora eu sempre tivesse dito que eu não sou propiamente uma modelo, mas assumi-me fêmea tal como sou e o resultado está à vista!!!
Não sei se repararam, mas as minhas mamocas ficaram esborrachadas naquele vestidinho tamanho 34, quando elas precisavam de um 38 confortável... Mas, pronto, o Felino até gostou de as ver ali quase a saltar... Pelo menos as sandálias eram minhas e ficaram muito bem!!! ;-)
Na véspera da sessão fotográfica, ficamos numa suite maravilhosa do Hotel Aviz (publicidade gratuita) e foi uma festa grandiosa! Como é natural, estava nervosa pela sessão fotográfica e pelas saudades dos filhotes que tinham ficado com os avós, pelo que, para adormecer e dormir como um anjo, adoptei a técnica infalível de darmos uma boa queca, eu e o meu gato, que até as paredes tremeram (ou isso, ou então foram as obras, do outro lado da rua!!!).
Experimentamos todas as divisões da suite, começando por um belissimo banho de imersão, massagem suave por todo o corpo, broche no sofá, minete encostada nos almofadões da cama, canzana no chão, missionário na cama, de pé, encostados à janela e orgasmo avassalador, abraçadinhos na cama, outra vez... Foi uma noite maravilhosa, para nunca esquecermos!!!
Na manhã seguinte, acordei com um sorriso radiante, com um Felino orgulhoso do meu lado e com uma garra que ninguém pode parar!!!
Quero só pedir desculpa a todos os que me lêem e comentam, pelo facto de não dar o devido feedback aos comentários que me fazem, mas desde que a revista saiu, a minha caixa de correio recebe centenas de emails por dia e eu não consigo responder...
Quero que saibam que vos agradeço imenso o carinho, os lindos emails que me dirigem, mas eu sou uma mulher, profissional e mãe que tem que se desdobrar para a tudo conseguir chegar! E tenho conseguido porque sei que me compreendem!!!
Não se coíbam de me escrever sempre e fiquem com um grande beijinho, do fundo do coração!

E do Felino: um beijinho doce às meninas e um abraço forte aos meninos!!!

;-)


No sábado fui ao talho perto da hora do almoço pois não tinha nada descongelado para preparar o almoço e saí de casa um pouco apressada. Tinha tomado banho de manhã e com a correria a tratar das crianças, nem tempo tive para me vestir devidamente, pelo que estava só com um vestido vermelho, de linho, um pouco transparente. Ainda ponderei trocar de roupa antes de sair, mas decidi apressar-me e sair assim mesmo para não perder mais tempo. O Felino estaria em casa dentro de uma hora e eu ainda tinha que preparar o almoço, dar a sopa aos miúdos e pôr a mesa para almoçarmos os quatro.

Nessa pressa toda, quando me sento no banco do carro, depois de apertar os cintos dos nininhos nas suas cadeirinhas, e ligo a ignição, constato que nada tinha debaixo do vestido. Nada mesmo! Nem soutien, nem cuequinha…

Achei que não teria mal nenhum, que ninguém repararia e, além disso, seriam só 5 minutos fora de casa, para comprar uns bifes!

Estacionei o carro mesmo à porta do estabelecimento e os meus filhotes preferiram ficar dentro do carro a ouvir música, com a janela entreaberta, de onde me podiam ver perfeitamente, pois eu só estava a três escassos metros de distância deles.

Entrei no talho fingindo naturalidade, tentando não chamar a atenção das pessoas que lá se encontravam. Mas na loja, nesse momento, só estavam homens, uns quatro ou cinco, incluindo o dono e o talhante, uma jovem brasileiro, que já me conhece por ser cliente frequente.

- Bom dia, minha senhora, o que vai ser hoje?

E fixa o olhar nas minhas mamas, cujos bicos se tinham espetado, com o ar fresco dentro do talho… Olhou-me sorrindo, não desviando o olhar enquanto eu lhe transmitindo o que queria.

Senti-me ruborescer e, quando ele se virou de costas para atender o meu pedido, fugi para a porta para espreitar os meus filhotes, verificando que estavam bem, a rir e tendo-me acenado.

Quando me virei para entrar, todos os olhares estavam fixos no meu rabo. Sim, tudo bem, eu estava sem cuequinha, mas não estava propriamente nua. Todos tentaram disfarçar, apenas me olhando de soslaio, mas eu já me sentia embaraçada quanto bastasse. Senti-me nua. Um pedaço de carne no talho!

Mal paguei a conta, corri para o carro, desejando resguardar-me dos olhares curiosos, pois alguns dos senhores não estiveram com meias medidas e vieram à porta, seguindo-me com o olhar. Arranquei apressadamente, jurando a mim mesma não voltar àquele talho tão cedo (o que é pena visto só ficar a três minutos da minha casa!)… Mas a culpa é exclusivamente minha!

Eu e a minha mania de não vestir roupa interior…

Chegando a casa, tratei do almoço e esperei pela chegada do Felino para lhe contar a minha mais recente peripécia, ao que ele apenas sorriu chamando-me marota…

Expliquei-lhe que não me tinha vestido devidamente devido às tarefas de casa e a atenção que as crianças exigem de mim e ele soube que era real, por isso apenas me disse: "Coitados dos senhores do talho!". E deu-me um abraço forte e um longo beijo…

Coitados?

Não...

sexta-feira, outubro 06, 2006

Ainda foi melhor do que eu, intimamente, tinha planeado.

Cheguei a casa absolutamente exausta devido a um dia de trabalho cansativo e esgotante. Como os filhotes estão em casa dos avós, o Felino soube compensar-me e, quando cheguei a casa, tratou-me como uma princesa.

Como tinha ligado para mim para confirmar a hora de saída da empresa, fez os cálculos das horas e, mal entrei em casa, despiu-me o casaco e encaminhou-me para o nosso quarto. Nem precisei de lhe confessar o cansaço que sentia, mas ele adivinhou que não seria isso que impediria que o amasse como tinha prometido.

Tapou-me os olhos e surpreendeu-me com uma banheira cheia de água quentinha, na qual me ajudou a entrar, provocando-me um arrepio fantástico, deixando-me extasiada e rendida de prazer…

Aproximou-se de mim enquanto eu permanecia mergulhada naquele banho perfumado e eu agarrei-o pelas ancas e puxei-o para mim. Ele não queria entrar na água, em vez disso queria que eu relaxasse, mas eu insisti tanto que ele cedeu aos meus intentos…

Despiu-se rapidamente e mergulhou comigo, tornado o espaço da banheira demasiado exíguo para o momento que se seguiu! Fi-lo deitar-se e eu aconcheguei-me por cima dele, percorrendo-lhe a pele por inteiro, por cima e debaixo de água.

Beijámo-nos longamente o que me excitou ainda mais e, ajoelhando-me à sua frente, inclinei-me para lhe oferecer os bicos arrepiados das minhas mamas, que o acolheram empinando-se ainda mais contra os seus lábios e língua marota… Senti como me chupava delicadamente e retribuí apertando-lhe o pénis que, entretanto, me tinha crescido nas mãos. Não consegui resistir e debrucei-me, mergulhando a cara na água para o poder abocanhar e chupar como merecia.

Instintivamente ele subiu as ancas, o que me permitiu chupá-lo sem inalar água e ver como estava muito inchado e palpitante para mim… Continuei com ele na minha boca, enquanto as mãos dele me apertavam os mamilos e me prendiam os cabelos, controlando a força dos meus movimentos e a intensidade do broche que lhe fazia. E vi como chegou a um descontrolo tal que quase se vem na minha boca. Mas eu não queria já…

Montei-o e olhei-o nos olhos, enquanto a minha ratinha o engolia devagar. Segurou-me pelas ancas, acompanhando o balanço do meu corpo e ambos sentimos como a fusão foi total. O vaivém que se seguiu tornou-se divertido pelo chapinhar e salpicar da água na nossa pele, além do prazer intenso que o roçar dos nossos sexos produziu. Rimo-nos imenso ao sabor daquela dança aquática e decidimos continuar de pé.

Encostei-me à parede com o rabo empinado para ele e ofereci-lhe o meu corpo que ele explorou com as mãos, conduzindo o pau duro para dentro de mim., de forma certeira. Fodeu-me com força, enquanto torci o meu tronco para conseguir beijá-lo intensamente, num beijo longo e molhado, cheio de tesão e paixão. Rendemo-nos ao prazer fantástico da união dos nossos corpos, debaixo do jacto de água que nos atingia e ajudava a libertar os sentidos… Quando me vim de repente, ele prendeu-me as ancas por detrás e intensificou o balanço para que o meu orgasmo fosse quase interminável, o que me deixou sem acção nem força nas pernas, mas com uma satisfação sem fim!!! Ah… que loucura aquela!

Quando recuperei alguma força, libertei-me do abraço com que ele se fundiu em mim, nesse momento de recuperação de energia e voltei a beijá-lo, descendo lentamente até ficar de joelhos à frente dele. As mãos dele envolveram os meus cabelos, prendendo-os com precisão, facilitando-me a minha tarefa seguinte.

Dediquei-me àquele Deus de prazer e pecado, o meu homem maravilhoso, cujo pénis pulsava para mim, pedindo-me carinho e atenção. E eu correspondi, saboreando cada milímetro daquele pau duro que palpitava na minha boca. Chupei-o gulosamente, enquanto fixava os olhos do meu amor, que me sorria ternamente. Lambi-o com volúpia e senti a dureza dele intensificar-se, o que me deixou adivinhar que o orgasmo dele estava próximo. Chupei-o ainda mais, ritmadamente e sem parar um segundo, até o sentir inundar-me a boca de leite quente, doce e excitante. Veio-se com tal força que não engoli tudo à primeira, tendo-me escorrido para o peito e espalhando-se pela minha cara. Esperei para que todo o leite saísse e continuei a lambê-lo devagar, para lhe prolongar o prazer… (As gatas adoram leite, não é???)    ;-)

Quando finalmente notei o relaxamento dele, levantei-me, abraçamo-nos e finalizamos o nosso banho, recompondo os sentidos.

Fomo-nos deitar um pouco, completamente extasiados, quase flutuando. E quase adormecemos abraçados depois de afirmarmos o amor que sentimos um pelo outro, com muitos beijinhos e festinhas pelo corpo um do outro.

Mas tivemos que ir preparar o jantar, por isso, a noite ainda se prolongou muito mais. E mais brincadeiras houve, pois claro… afinal, estávamos sem as crianças e tínhamos que aproveitar!!!

 

Miauuuu…

 

quarta-feira, outubro 04, 2006

Hoje..

Mais do que tua, eu hoje quero ser parte de ti.

 

Desejo fundir os meus lábios nos teus, enquanto as nossas mãos percorrem o corpo um do outro, centímetro a centímetro, sem  pressas.

Quero sentir a tua respiração sobre a minha pele, arrepiando-me à sua passagem e que deixes um rasto de saliva por onde a tua boca passe.

Quero ouvir os sons ronronantes que emites quando me estás a amar, que me excitam e levam a desejar-te mais e mais perto de mim.

E quero aquele abraço especial, único, só nosso, que me faça sentir tua, como gosto de o ser.

 

E quero provar-te... Sim! Quero deliciar-me com o teu sabor.

Vou beijar e lamber a tua boca, percorrer-te o corpo todo com a minha língua atrevida, enquanto te fixo o rosto e, sem desviar a atenção, vou absorver o teu sabor de felino tesudo que me enche de orgulho.

 

E vais-te vir na minha boca, vais explodir na minha garganta e vou-me deliciar ao ver a tua expressão de abandono, o teu rosto corado e um largo sorriso que me dará a certeza de que o prazer foi partilhado... E vais-te rir ao me veres babada, cheia de leite teu, nosso, que nos obrigará a tomar um banho refrescante juntos...

 

E, no banho, o nosso jogo de amor continuará...

 

quarta-feira, setembro 27, 2006

Reencontro

Fui buscar o Felino ao aeroporto com os nossos pequeninos que já não conseguiam calar a saudade do pai, vendo-o em cada homem jovem que saía da porta das chegadas… E eu tentava controlar-lhes a ansiedade, anunciando-lhes que ele ali chegaria poucos minutos depois, muito em breve.

Mal foi anunciada a chegada do avião, desatamos os três numa correria desenfreada até ao andar de cima, chegando ainda a tempo de ver o avião da Lufthansa a chegar. As crianças adoraram ver a aeronave e o meu coração acalmou um pouco ao confirmar a aterragem, pois sabia que faltavam poucos minutos para abraçar o meu amor.

Voltamos para a porta das chegadas e esperamos (im) pacientemente que ele surgisse. E ei-lo que chegou sorridente, correndo para nós, beijando-me mesmo ali, sem sequer contornar a barreira, enquanto acariciava as crianças que o abraçaram intensamente.

Finalmente juntos, os nossos corações palpitavam, os miúdos estavam eufóricos e eu muito feliz por ter a minha família reunida, de caminho a casa.

Mal o senti colado a mim, inspirei-lhe o cheiro da pele, beijando-lhe o pescoço e a mão dele fugiu para o meu rabo, apalpando-me, sem dar muito nas vistas, enquanto nos dirigíamos para o parque de estacionamento.

Nem seria necessário dizer que as crianças adormeceram mal o carro começou a andar e os nosso olhares tornaram-se mais cúmplices e os sorrisos indisfarçáveis, de tanto desejo que nos assolava. O certo é que as nossas mãos não pararam um instante, ao longo do curto percurso até nossa casa, sentindo e acariciando cada pedacinho do outro, com ousadia, com a ousadia de quem se ama.

Depois de arrumarmos as malas, deitarmos os pequenotes com um belo biberão que beberam a dormir, recolhemo-nos ao nosso quarto para nos dedicarmos integralmente um ao outro.

Aquele abraço de cumplicidade com o qual nos fundimos por largos minutos, foi o mote para um despertar intenso dos sentidos que se vinha a desenrolar desde a chegada dele.

Despimo-nos carinhosa e lentamente, sem pressas, com o carinho que quem esperou muito mas cuja espera valeu a pena, beijando cada pedaço de pele revelada sob o toque suave das mãos do outro. As nossas bocas uniram-se num beijo profundo e demorado, tendo-se as nossas línguas entrelaçado docemente, arrepiando-me de prazer… Sentia-me ficar molhada com a expectativa do culminar, mas prolongar esse momento foi delicioso.

Pegou-me no colo e encaminhou-se para a nossa cama, preparada para nos receber. Aí cobriu-me o corpo de beijos, detendo-se no meu pescoço que sabe ser tão sensível e na boca gulosa que o devorava, a cada passagem sua.

Concentrou-se nas minha maminhas, segurando-as com as mãos, beijando-as alternadamente, sugando-lhes os biquinhos que se eriçavam a cada lambidela e se empinavam a cada chupadela. Sentia-me flutuar no mar de prazer e mal conseguia acreditar que era real a sua presença ali comigo. Vieram-me as lágrimas aos olhos de felicidade e deixei-me levar pelas carícias dele, sentindo como deslizava por mim abaixo, ao encontro da minha ratinha faminta.

Beijou-me as coxas com carinho, passeou as mão pelas minhas pernas e pés, acariciando-me a pele e fazendo-me contorcer de prazer, sobretudo quando senti os seus lábios tocarem os meus, os de baixo, molhadinhos de tesão… Lambeu-me com perícia, não esquecendo nada de mim, absorvendo o sabor da minha rata e trazendo-o à minha boca, para o partilharmos. Vi que ele não desistiria até me fazer vir na sua boca, pois a língua felina penetrou-me até sentir como me contraía de prazer, transformando o meu gemido em grito, que fui incapaz de conter, devido à força do meu orgasmo que fluiu na boca dele que o absorveu totalmente. Voltou a partilhar comigo o meu sabor e, deitando-se na cama, prolongamos esse beijo aromático, tendo eu contornado o seu corpo e subido para cima dele, dominando-o para lhe retribuir o prazer que me dera e cujos efeitos ainda sentia no tremor das minhas pernas e na face corada!

Apertei-lhe os mamilos suavemente, espevitando-os, para os lamber de seguida. Deslizei a língua esticada, olhando-o fixamente nos olhos, por toda a pele do peito, detendo-me à volta do umbigo, prolongando-lhe a ânsia de me sentir a boca concentrada no volume que se destacava debaixo dos boxers justinhos. Beijei-o por cima do tecido e procurei adiar o toque directo, o que o deixou louco, com os olhos a suplicarem que lhe tocasse e lhe desse prazer. Mas eu estava a adorar deixá-lo desesperado de desejo, pois, finalmente, quando a minha mão o apertou, ele pulsou forte para mim. Estava muito molhado com a cabecinha do pénis muito brilhante, convidando-me a lambê-la, o que eu fiz com muita vontade. Enquanto as minhas mãos lhe acariciavam as bolas inchadas, a minha boca deu-lhe um banho de língua, lambendo-o com muita vontade, apertando-o entre os meus lábios, chupando-o com força. Ele suspirava e gemia baixinho e eu senti que não aguentaria muito mais, tal o tesão contido.

Beijando-o, abraçamo-nos e vi como ele desejava sentir todo o meu corpo, pois deitou-se sobre mim, penetrando-me lentamente, matando a saudade que sentíamos. Durante longos minutos ficamos assim unidos, a saboreara o corpo um do outro, fundidos num só, num bambolear terno de prazer, que nos levou ao êxtase. Ele ainda se aguentou firme a sentir o meu corpo a reagir ao prazer que sentia e fez rodar os nossos corpos, tendo eu ficado por cima dele, momento em que, mal o comecei a cavalgar ainda ao sabor do meu próprio orgasmo, ele se veio com força dentro de mim, inundando-me por completo.

Ficamos assim abraçados sem descolar e eu constatei que, mesmo depois de se vir, o tesão não se tinha ido. Ele continuava duro como rocha, dentro de mim, toda molhada pelos nossos líquidos. Mantivemo-nos nesse abraço maravilhosos até que o senti palpitar propositadamente na minha ratinha. Olhei-o nos olhos e o seu sorriso safado disse-me tudo. A festa não tinha ainda acabado. Isso deixou-me radiante, claro!

Deixei-me cair para o lado e ele aconchegou-se contra as minhas costas, enfiando-se em mim rapidamente, tarefa facilitada pela imensidão dos molhos que me recheavam. Agarrou-me pelos ombros e penetrou-me fortemente, num vaivém frenético que me surpreendeu mas alegrou, vindo-se novamente com uma força tal que o deixou completamente esgotado. E a mim feliz.

Adormecemos assim, unidos, todos besuntados pelo nosso prazer, deliciados e com uma paz imensa. Na manhã seguinte acordamos muito tarde, com um sorriso fantástico que dura até agora.

Entretanto, muitos mais momentos houveram, mas este foi o início…

Miauuuu…………

 

sexta-feira, setembro 22, 2006

O meu Amor regressa hoje!!!

Vou buscá-lo esta noite.
Desculpem a falta de actualização do blog, mas os compromissos familiares têm-me preenchido quase por completo...
 
Este fim de semana é para o meu marido e para os meus filhos...
Beijinhos e obru~igada a todos pelos comentários e imeeeeensos emails que me têm enviado! Ajudaram-me a suportar estas duas semanas privada do meu Amor.
Um beijo doce e Felino.
 
Até jáaaa.....

terça-feira, setembro 19, 2006

Alguém me ajuda a retirar o raio da publicidade do meu blog? Já tentei e não consigo... Estou danada, porque este cantinho é meu, ora bolas!!!




Acordo sobressaltada com o telefone a tocar, já a noite vai longa. Atendo e mal consigo ouvir a voz rouca dele.
- "Sim?" O sono é muito e eu não consigo quase compreender o que se está a passar. "Diz, fofinho... que se passa?"
- "Nada, linda. Precisava de te ouvir... Estavas a dormir?"
É claro que estava a dormir mas isso já não interessa nada. Concentro-me na voz dele, nas palavras dele e sinto-lhe a respiração ofegante, de quem não consegue dormir de tanto tesão. Isso excita-me. Sabê-lo desejoso de mim!
Deitei-me há algumas horas atrás bastante excitada, mas o cansaço e o turbilhão de emoções de um aniversário sem ele, fizeram-me adormecer sem sequer ter experimentado um orgasmo. E agora, com a voz dele, senti-me despertar de novo. Ainda estava molhadinha, tal como me deitara e os meus dedos confirmara-no, esgueirando-se pela minha tanga preta adentro... Hmmm.... Ele queria saber se queria, tanto como ele, fazer amor assim, por telefone.
Agora já não há volta atrás, eu já embarquei na viagem do prazer sublime. E só quero parar quando chegar ao destino.
- "Estás-te a tocar?"- pergunto-lhe.
Ele responde-me que sim, que está muito duro e excitado e a sua voz confirma-mo... Assalta-me uma vontade imensa de o beijar, de percorrer aquela boca com a minha língua, de o lamber e sentir palpitante no meu corpo e digo-lho com todas as letras... Sinto-o gemer e faço-lhe sentir o prazer que eu estou a sentir também, não contendo os meus gritinhos e gemidos de satisfação. Durante alguns minutos, temos uma melodia só nossa composta por palavras confidenciadas no escuro da noite, num misto de satisfação, ansiedade, tesão e muito carinho... Muitos quilómetros nos separam, mas neste momento somos um só!!! Pergunta-me o que a minha mão está a fazer e eu respondo-lhe baixinho que está a acariciar-me minuciosamente e que estou quase a vir-me. Pede-me colocar dois dedinhos na minha ratinha, como sabe que eu adoro e eu faço-o. Sou obediente e isso dá-me mais prazer ainda. Introduzo o indicador e o médio da mão direita, na ratinha molhada, enquanto o polegar me acaricia o clitóris... Remexo-me na cama, possuída por uma inebriante onda de prazer e imagino-o fisicamente ali comigo. É tão boooommmmm!!! Do outro lado da linha, sinto como a respiração dele se intensifica e concentro nisso a minha atenção. Associando os sons dele e as carícias na minha ratinha faminta, sinto o meu orgasmo fluir livremente pelo meu corpo, dando um leve esticão que me faz entrar sobressalto... o meu corpo descontrolado de prazer, com o meu amor no pensamento. Ele anuncia-me o seu orgasmo também e eu sinto-lhe a voz entorpecida e os gemidos suaves que tão bem conheço. E amo-o naquele momento! Digo-lhe alto para se vir para mim, que quero sentir o leite quente dele na minha boca e na minha pele, enquanto a respiração de ambos, muito ofegante, denuncia a loucura da nossa paixão. E sinto-o... com a alma!

A viagem do prazer sublime tinha terminado, por agora. Outras viagens virão!

Depois de um beijo carinhoso, desligamos e embarcamos num sono retemperador com o pensamento de cada um de nós, concentrado no outro.

Miau.....

segunda-feira, setembro 18, 2006

É hoje!

30 anos...
de Vida!
De alegrias e tristezas.
De amores e desamores.
De conquistas e derrotas. De lutas. Muitas.
De trabalho e realização pessoal e profissional.
De orgulho.
De encontros e desencontros.
De amigos. Muitos. Dos que valem a pena!
De carinho e harmonia familiar.
De sucesso!
De Amor, paixão e tesão.
E, entre tantas coisas, de... orgasmos!!! De explosões de prazer, de alegria e comemoração por estar VIVA!!!
Que venham outros 30!
Com o Felino a meu lado!
(A que horas parte o próximo avião para Estocolmo? Eu não sei passar este dia sem ti, meu Gato!))


Update:
Com tantas posições disponíveis, tinha que me calhar esta para o meu aniversário... Logo hoje que o meu Amor não está comigo... Snif, snif...

domingo, setembro 17, 2006

Ainda falta uma semana para o Felino voltar e eu já desespero de saudades... Para trazer algo novo para me animar (afinal amanhã, dia 18, faço 30 anos e será uma data marcante!!!) fui às compras. Nada de especial, apenas 3 dvds porno que me deram imenso gozo a comprar. A loja escolhida foi a Worten. Fui sozinha, muito segura de mim, sem complexos. Dirigi-me ao corredor dos filmes do género e estudei cada um dos títulos, para ver o nível de excitação que os mesmos seriam passíveis de me provocar. Enquanto me dedicava a esta tarefa, passaram por mim homens, mulheres, casais, mulheres com crianças... um sem fim de gente que me olhava estupefacta ao ver-me ali com dvds na mão, que não deixavam lugar para dúvidas acerca do teor dos mesmos. Não me coibi de olhar para um casal que parou a meu lado, a fingir ver os filmes de terror, enquanto espiavam o que eu estava a escolher. O membro masculino do casal chegou mesmo a olhar-me nos olhos esorrindo-me, com aquele ar safado muito próprio de quem está a gostar... Até fiquei excitada, confesso. Vi como ele lhe apalpou o rabo e sairam dali cheios de segredos e sorrisos cúmplices. Fiquei feliz ao ver a felicidade deles, mas não deixei de pensar em como sinto a falta do meu Felino... Escolhi os três filmes e dirigi-me para a caixa, passando pelo corredor dos filmes de desenhos animados, escolhendo também um, em promoção, para os meus filhotes. A assistente de loja que registou a minha compra não parava de me olhar embaraçada, envergonhada, muito corada e sem conseguir conter o riso, desviando o olhar sempre que eu a fixava, esboçando um leve sorriso atrevido, como que a provocá-la, mas sem perder o ar sério... Notei como as mãos dela tremiam, tal o desconforto que parecia sentir. Paguei, peguei no saco e saí triunfante com os filmes que me iriam animar a noite.

Chegando a casa, logo que consegui estar sozinha, vim refugiar-me no meu quarto. Peguei na t-shirt do Felino que mantém o cheirinho bom dele e, com o pensamento no meu amor, comecei ver o primeiro dos filmes que comprei: Rocco e a arte do prazer. A sucessão das cenas iniciais não me entusiasmou muito, mas logo me inseri na acção e delirei quando vi uma cena em que o protagonista fazia sexo com 3 mulheres, desdobrando-se para dar prazer em simultâneo àquelas deusas. Nessa altura eu ainda estava vestida, pelo que rapidamente as minhas roupas voaram e fiquei completamente nua, tocando-me e sentindo-me a escorrer de desejo. Adoro essa magnífica sensação de me tocar e sentir-me molhada, cheia de líquidos muito fluidos, suaves e aromáticos que provo sempre, sempre. Acariciei-me enqaunto o via lamber, alternadamente, as três ratinhas e imaginei ser uma daquelas mulheres. Aliás, uma das actrizes até era bem parecida comigo, o que facilitou a "integração". Os meus dedos concentraram-se no meu clitóris, já demasiado ansioso e excitado e o orgasmo veio demasiado rápido, tão intenso e arrasador quanto inesperado. No momento em que comecei a sentir as contrações de prazer e os mamilos a enrigecerem cada vez mais, já não ligava ao filme. Sentindo o cheiro do meu Felino, a minha boca ansiando pelo beijo dos seus lábios, vim-me com ele no pensamento... O filme ajudou muito, claro que sim, mas imaginá-lo a ele no lugar do tal Rocco, é que me deixou rendida.

Hmmmm...

Miau...

sexta-feira, setembro 15, 2006

Sabem o que é ter saudades de alguém mesmo quando estamos ao lado desse alguém? Foi assim que acordei no Domingo passado. Depois de arranjar, vestir e dar o pequeno almoço aos miúdos, fui acordar o meu amor que dormiu até um pouco mais tarde. Fui-lhe cobrindo o rosto de beijos e ele puxou-me para si, dando-me um forte abraço. Eu sentia-me a morrer de saudades e ele apenas partiria em viagem nessa tarde. Fui abaixo colocar um DVD para as crianças verem e, verificando que não se iriam desconcentrar do filme, que lhes prendeu logo a atenção, subi de novo para o nosso quarto, para me dedicar ao papá deles...

O Felino já estava na casa de banho, com a água a correr para fazer a barba. Eu, olhando-o de relance, ajoelhei-me a seus pés e comecei a beijar-lhe a barriga... As minhas mãos passearam-se pelo peito dele, prendendo-lhe delicadamente os mamilos entre os dedos, acariciando-lhe a pele das costas e apalpando-lhe o rabiosque lindo. Entretanto ele pediu-me para não o distrair, que se podia cortar, mas não parei.. "Eu faço devagar..." prometi eu. Desci-lhe suavemente as boxers justinhas e fiz saltar o pénis dele, que me atingiu a cara, com o impulso. Já estava a endurecer, apenas com os miminhos de que estava a ser alvo. Sem fazer movimentos bruscos fui-o beijando suavemente, sempre com cuidado para que o meu amor não se cortasse e vi e senti como ficava muito mais duro... Mas, apesar do prazer que o Felino estava a sentir, o medo de se cortar prevalecia, pelo que, respeitando-o, decidi interromper as carícias. Antes de sair da casa de banho para fazer a cama, dei-lhe um beijinho repenicado nos lábios por entre a espuma de barbear e pedi-lhe: "Fofinho, quando entrares no duche, chama-me!!!". E saí. Após confirmar que os nininhos continuavam concentrados no filme e depois de fazer a cama, eis que o oiço chamar-me: "Anda Felina, o banho está pronto!!!". E eu fui a correr enfiar-me junto dele, debaixo da água a correr.

A partir daí foi uma animação. Abraçamo-nos longamente, enquanto no beijavamos, sem dizer uma palavra, pois ele sentia a minha tensão pelo facto de ele viajar.

Percorreu-me o corpo com as mãos ensaboadas, puxou-me o cabelo para trás e beijou-me o pescoço enquanto o abraço que me dava me permitia sentir o pénis duro dele contra a minha barriga... A água escorria pelos nossos corpos e eu ajoelhei-me à frente dele pois queria senti-lo na minha boca. Beijei-o e senti-lhe a frescura, chupando-o em seguida, com fome e carinho. Lambi-o gulosamente e as minhas mãos concentrara-se ora no rabo dele, ora nas bolas durinhas que denunciavam muita excitação também. Conseguia ver-nos reflectidos no espelho do armário e fiz-lho notar. Chupava-o enquanto ambos nos víamos ali, como se de outras pessoas se tratasse...

Quando o senti latejar com mais força na minha boca, levantei-me e voltei-me de costas para ele. Rodei a minha cabeça e beijei-o enquanto o meu rabo empinado lhe permitiu a passagem por entre as nádegas, de forma a alcançar a ratinha que tanto o desejava. Foi-me penetrando devagar, logo depois com mais força e assim nos balançamos ritmadamente, numa dança sensual e tesuda. Sentimo-nos unidos, um só, enquanto o vaivém dos nossos sexos nos inundava de uma fabulosa sensação de bem estar e cumplicidade. Beijamo-nos e as mãos dele concentraram-se nas minha mamas, inchadas de prazer, acariciando-as e apertando-lhes os mamilos debaixo da água quente... Senti como os movimentos das suas ancas aceleraram e deixei-me levar, sentindo-o bem fundo de mim, a roçar-me com firmeza e incrivelmente viemo-nos os dois ao mesmo tempo. Fui ficando sem forças nas pernas, enquanto as contrações dele se fundiam nas minhas, quando ele foi saindo de mim, devagarinho... Abraçamo-nos longamente depois de um beijo carinhoso e um olhar cúmplice, terminamos o nosso banho.

As crianças continuavam a ver o DVD e nós tivemos tempo para o amor.

Nessa tarde, no Aeroporto, ficamos os 3 a ver o Felino a dirigir-se para o avião e a vê-lo partir. Regressamos a casa com o coração apertadinho e continuamos cheios de saudades. Eles dos carinhos do papá. Eu... bem...eu desespero!!! Até mantenho uma t-shirt dele usada (que não lavei propositadamente), à qual durmo abraçada, para lhe sentir a presença.

Que querem? São as saudades...